O ingrediente secreto

Por Tatiana Reis

1 quilo de networking
2 xícaras de idiomas
1 colher de bagagem cultural
Estudo a gosto
Cobertos com calda do “ingrediente secreto”

Existem milhares de receitas de sucesso profissional. Algumas contam com a sorte, outras contam com cursos no exterior e há aquelas que uma boa experiência faz toda a diferença. Independente da receita, o “ingrediente secreto” precisa coroá-la para que as coisas deem certo e o sucesso realmente venha.

Qual seria esse ingrediente para você? Para te ajudar a desvendar, pense em pessoas que você considera que tiveram sucesso em suas carreiras e o que as diferencia dos outros.

Enquanto você pensa, vamos falar mais sobre o “ingrediente secreto” visto de outra maneira, de dentro para fora, afinal, quando eu cito acima idiomas, networking e estudos, isso tudo vem de fora para dentro, ou seja, nós buscamos apoio que nos sustente em algo que preencha os requisitos do tal “ingrediente”. Está ficando confuso? É que nós mesmos insistimos em ser confusos e cheios de mistérios, talvez seja por isso que o ingrediente seja secreto, e o que está lá dentro, só nós sabemos.

Sabe o que te faz levantar cedo para ir trabalhar, ou ficar até mais tarde, ou dá uma satisfação imensa de dever cumprido com sorriso no rosto? É a paixão!!! Esse é o nosso “ingrediente secreto”!!! E saber pelo que nós somos apaixonados ou o que move nosso coração nem sempre é tarefa fácil.

Eu vejo pessoas escolhendo suas profissões ou desafios profissionais como se fosse um jogo de War. Elas montam suas estratégias, colocam como meta um bom salário ou a garantia de emprego e saem à caça. Desculpa, mas isso não é para mim (nem com o bom salário me pagando uma boa terapia). Se não tiver paixão, ou melhor, se não tiver essa emoção, eu vou me desestimular. E isso é fato!

Daí você pode me dizer que conhece alguém que odeia o que faz mas é bem remunerado e está feliz. E nessa hora eu apelo de novo à paixão, porque, na minha opinião, para isso dar certo, é muito paixão… …pelo dinheiro, oras!

O que aquece o teu coração e faz os teus olhos brilharem? Faça uma autoanálise e tente desvendar a sua paixão. Só não vou ser “Poliana” a ponto de dizer que as outras coisas se ajeitam depois disso, mas vamos torcer que a sua paixão também possa te trazer bons rendimentos e, neste caso, repita a receita sem moderação.

Por Tatiana Reis, Coordenadora de Novos Negócios & Marketing da Caliper e apaixonada por ideias, pessoas e desafios.

Sucesso

O sucesso é algo almejado por todos e, de tempos em tempos, aparecem receitas e fórmulas para se “chegar lá”. O Diretor Presidente da Caliper, José Geraldo Recchia, fala sobre o sucesso.

Você acredita que o sucesso tem fórmula?

Sim, o sucesso tem fórmula! Mas ela é individual, não pode ser copiada, pois depende das qualidades que cada pessoa tem e que não são iguais às de outra pessoa.

Na sua visão, o que as pessoas de sucesso fazem?

Elas conseguem no dia a dia fazer o que gostam, atividades que têm a ver com seus motivadores, como por exemplo, uma pessoa que tem paixão pela música fazer dela a sua razão de viver e se tornar o seu trabalho, como é o caso do maestro João Carlos Martins, cuja história é citada no nosso livro “O Sucesso tem Fórmula?”. Aliás, há um ditado que diz: Encontre um trabalho que você goste e você não trabalhará um dia sequer na vida!

Como buscar a sua fórmula para o sucesso?

A sua fórmula para o sucesso consiste em: se conhecer, identificar as qualidades que são o seu diferencial no mundo (isto implica em estar atento para aproveitar o momento da vida em que elas fazem/fizeram “a” diferença) e estabelecer objetivos de vida nos quais possa fazer uso intensamente dessas características pessoais que são a sua marca!

Por que você acredita ser tão difícil para algumas pessoas fazer essa autoavaliação?

A grande maioria das pessoas, infelizmente, não tem consciência dessa necessidade de se conhecer para obter o melhor de si. Como diz uma canção, “deixam a vida o (a) levar“. Assumir as rédeas do seu destino requer tomar a decisão de promover mudanças no status quo de sua vida pessoal, profissional, enfim, em todos os “palcos” existenciais! A autoavaliação de suas qualidades, motivadores e pontos que necessitam ser aprimorados, portanto, levará à necessária tomada de decisão sobre o que fazer com tudo isso que descobriu a seu respeito, e isto incomoda. Além disso, muitas pessoas não sabem como fazer essa avaliação, essa profunda reflexão. Nesses casos a utilização de instrumentos de avaliação de potencial pode ajudar, pois eles direcionam essa análise através da resposta a um questionário que “medirá” uma série de características pessoais, sendo que algumas delas- inclusive- o próprio avaliado não sabe que possui ou em qual intensidade.

* José Geraldo Recchia é Diretor Presidente da Caliper do Brasil.

Qual o real valor de seu sucesso?

Muitos acreditam que ganhar um “gordo” salário é o suficiente para estarem felizes em seu emprego e colocar em prática tudo o que sua empresa solicita. Talvez, em tese, isto funcione. Mas, na prática, com certeza, não é assim!

Estar desmotivado é o fator principal para que algum trabalho não dê resultados positivos ou comece a patinar, ou seja, não saia do lugar. Os resultados nunca aparecem e o profissional continua na ilusão de que, mesmo fazendo o que não gosta, é indispensável para a empresa… até o dia em que não consegue mais enganar a empresa e a si mesmo. Pois, nenhuma organização quer, ou pelo menos não deve manter em seu quadro, pessoas que não se sintam bem com seu trabalho. Entretanto, às vezes, as empresas permanecem com profissionais deste estilo, mas porque ainda não descobriram como direcionar seu foco em pessoas de sucesso.

Para que os profissionais de uma empresa obtenham sucesso, o primeiro passo é contratar aqueles que valorizem o trabalho que desempenham e que sintam que vale a pena passar semanas, meses e anos atuando na função que ocupam. Se este quesito for positivo em sua companhia, então, a consequência disto, certamente, será satisfatória. Os profissionais agregarão valor à organização para a qual trabalham e, automaticamente, ganharão importância também, porque essencialmente sentirão prazer no que fazem, bem mais do que se preocuparão com remuneração, por exemplo, que seria uma consequência do sucesso profissional.

Acreditamos, assim, que os profissionais de cada organização devem refletir sobre o valor que atribuem ao que fazem e compreender se este valor é satisfatório para si mesmo e para sua empresa, em relação aos resultados que obtêm.

À organização cabe a tarefa de estimular a reflexão de seus colaboradores, fazendo-os pensar sobre sua atual colocação profissional.

Para facilitar esta reflexão elaboramos as perguntas abaixo, que podem nortear as empresas no momento de instigar esta reflexão em seus profissionais.

1– Você é/está feliz com as atividades que realiza em sua empresa?

2  Você acredita que merece um aumento salarial porque se considera um ótimo profissional ou apenas porque necessita financeiramente?

3  Tem algo que você gostaria de fazer, profissionalmente, mais do que o que você faz hoje?

4  Você trocaria de função, seja qual for, em decorrência de um salário maior?

Pense melhor! Talvez, este seja o momento de agir e realizar mudanças dentro da empresa e na vida de seus colaboradores. É mais do que necessário buscar o progresso empresarial, e a fórmula para isto é valorizar os verdadeiros potenciais de cada profissional. Pois, o sucesso não deve estar ligado, essencialmente, aos números que compõem o holerite ou contracheque de seus colaboradores, mas à sua satisfação em realizar a atividade que mais lhe proporciona prazer.

Você se conhece o bastante?

Muitos profissionais passam anos de suas vidas tentando encontrar, na profissão que desempenham, o gosto pelo que fazem, porém somente após muito tempo descobrem que nunca fizeram o que gostariam ou, na pior das hipóteses, nunca descobrem o que realmente lhes daria prazer.

Esse descontentamento com determinada profissão ou atividade é o sinal de que pouco tempo tem sido dedicado ao autoconhecimento, ao descobrimento de si mesmo, um exercício difícil de ser feito, porém necessário. Ao se autoconhecer um indivíduo sabe exatamente o que lhe gera motivação, ponto essencial para sua ascensão.

O livro “O Sucesso Tem Fórmula?” trata justamente desse tema: da consciência e valorização do potencial único de cada indivíduo e da descoberta pessoal de sua própria receita para o sucesso, para o qual afirma e prova: não existe fórmula universal. Os autores, Herb e Patrick mostram, de forma clara e simples, como buscar a essência de si mesmo, como descobrir e valorizar pontos fortes da personalidade e como desenvolver os pontos de menor destaque.

Muitas histórias verídicas contadas na obra comprovam a necessidade de um processo profundo de autoconhecimento. Entretanto, as narrativas servem apenas como ilustrações, meros exemplos desta busca interior, pois o sucesso de cada pessoa, profissional ou não, está nela mesma, na descoberta das características e motivações que podem impulsioná-la a crescer.

Para a descoberta desse potencial e para a busca do próprio sucesso, quatro atitudes são fundamentais:

  • Conhecer a si mesmo – É necessária uma análise profunda de suas características para identificar seus pontos fortes. Ao se conhecer há sempre um momento decisivo, a exata hora em que um insight leva o indivíduo a agir. A partir daí, suas qualidades essenciais são ressaltadas e usadas para a concretização de objetivos, enquanto os pontos de menor destaque devem ser constantemente desenvolvidos. Exemplos de momentos que fizeram a diferença na vida de muitas pessoas são descritos no livro “O Sucesso Tem Fórmula?”.
  • Focar pontos fortes – É essencial concentrar-se muito mais em qualidades do que em limitações, dar maior atenção aos pontos que tornam o indivíduo diferente, pois as qualidades são as principais ferramentas utilizadas para alcançar os objetivos.
  • Estar disposto a assumir riscos – Expor-se e apostar no que se deseja e acredita é o principal passo a ser dado em busca do sucesso. Ao se conhecer, o indivíduo deve utilizar as principais habilidades que possui para agir, e essa é a única possibilidade que ele tem de ver suas ações gerarem resultados.
  • Amar – Finalmente, é preciso amar o que se faz, estar satisfeito e realizado com suas ações. Quando existe amor pela atividade que se realiza há 99% de chances de que o caminho trilhado seja correto e de que se está a apenas um passo de alcançar o sucesso.

Dessa forma, é mais do que necessário dedicar tempo ao autoconhecimento, à busca da essência individual, às coisas e momentos que proporcionam prazer e jamais dar atenção às pessoas que julgam determinado projeto impossível. Depois disso, o próximo passo é agir e obter o SUCESSO.

O que é sucesso? – Quarta Parte

Por Patrick Sweeney e Herb Greenberg, CEO e Fundador da Caliper

De executivos a atletas, e de políticos a artistas, ouvimos algumas histórias incríveis sobre o seu sucesso. Cada um deles encontrou sua definição pessoal de sucesso, uma definição que ajuda a definir e motivar quem eles são.

Talvez você se identifique mais com a Rebecca Stephens, que tinha um objetivo que se tornou parte dela. Ou talvez você se identifique mais com Ben Vareen, que acredita que o sucesso começa acreditando em si mesmo enquanto você continua sua busca neste planeta.

Talvez a definição de Paul Schulte fale com você: Sucesso é focar no que você tem ao invés do que você não tem. Talvez a crença da Senadora Barbara Boxer de que você precisa ouvir seu aplauso interior e defender o que você acredita ressoe em você. Talvez você consiga se identificar melhor com o entendimento de Fariborz Ghadar de que sucesso tem menos relação com o que você tem do que com o conhecimento de quem você é.

Qual definição de sucesso mais ressoa em você? Alguma delas te motivou a começar a pensar em sua própria definição? Se este é o caso, você está bem adiante em seu caminho de ser bem sucedido em seus próprios termos.

Talvez apenas por você tirar tempo para ler estes artigos, você esteja pensando: “Quem sabe exista outra coisa, algo mais que eu possa fazer”. Quando você chegar à sua definição pessoal de sucesso, isto te ajudará a clarear o próximo passo que você precisa dar para alcançar seus sonhos, o que quer que sejam.

Deixaremos com uma última definição de sucesso, uma de nossas preferidas. Ela vem de um incrível autor e conferencista motivacional brasileiro, José Luiz Tejon Megido, sobre quem falaremos mais em nosso livro. Por hora, queremos apenas compartilhar com você sua definição pessoal de sucesso, uma que parece transcender todas as outras e, ao mesmo tempo, uni-las: “O sucesso começa por se manter um senso de juventude sobre si mesmo. Mantenha dentro de si uma imagem da criança que você foi. E tenha certeza de que esta criança é sempre parte de quem você é e o que você está fazendo”.

O que é sucesso? – Terceira Parte

Senadora Barbara Boxer disse que, para ela, sucesso é ter seu próprio senso claro do que é importante, o que é certo, e o que ela precisa fazer. “Nem sempre eu tenho sucesso, se isto significa apenas realizar o que eu quero. Mas posso me sentir bem sucedida apenas por ir adiante em minha agenda. Tenho uma força interna que me ajuda a ver a coisa certa a ser feita. Todos nós passamos por este mundo em tão pouco tempo, e se você não vai fazer o que é certo, se não será corajoso, então você realmente não merece a confiança do outro. Para mim, ser bem sucedido é ser verdadeira a mim mesma. Posso não ganhar sempre, e ultimamente eu realmente não ganho. Mas ainda estou tendo sucesso em meus próprios termos. Tudo que posso fazer é ser fiel a mim mesma”.

Ela foi a única senadora a questionar formalmente a vitória do Presidente Bush na segunda eleição, o segundo questionamento desta natureza em uma eleição presidencial desde 1877. A Senadora Boxer se juntou à Representante Stephanie Tubbs Jones (D-OH) em objeção à certificação dos 20 votos eleitorais de Ohio, citando sérias irregularidades de votação no estado.

“Você não precisa vencer para ser um sucesso”, ela continuou. “E algumas vezes você pode até mesmo vencer perdendo, se estiver se posicionando por aquilo que você sabe que é certo. Às vezes você vence apenas por aceitar a briga. Existem tantas medidas diferentes de sucesso”, ela conclui, “mas uma coisa se pode dizer com certeza, é que o sucesso se torna claro quando você consegue ouvir o seu aplauso interior”.

Para aqueles que acreditam que sucesso pode ser medido apenas por quanto dinheiro você tem, Fariborz Ghadar, Ph.D., um consultor internacional que foi nomeado uma das 10 maiores estrelas de Finanças pela Business Week, pode clarear este mal entendido.

Ele foi vice-ministro de finanças no Iran, um membro do gabinete do shah, responsável por identificar oportunidades de investimento globais em um país que tinha mais dinheiro do que sabia gastar. Ele viajava a praticamente todas as nações do mundo, recomendando que o dinheiro do petróleo do Iran fosse investido em tudo desde castanhas até tapetes Persas.

Então veio a revolução.

Ele não fazia a menor idéia do que iria acontecer.

“Você pode estar no centro destes eventos e não os ver de verdade”, ele disse. “Prédios estavam sendo queimados, havia rebeliões nas ruas, pessoas estavam sendo assassinadas, e eu estava dizendo, ‘Isto vai passar. É só uma daquelas coisas temporárias.’ Então minha esposa me ligou de Londres e disse, ‘Rápido, ligue a CNN. É hora de ir embora’. Enquanto ela tentava me convencer de que eu não estava vendo toda a situação, balas entraram em nosso escritório. Estávamos no último andar, o sétimo, e balas voavam por todo lado. Então concordei que talvez eu devesse sair dali. E saí. Foi um dos momentos de revirada em minha vida”.

“Quando cheguei ao aeroporto, tentei trocar o dinheiro iraniano que tinha e era bastante. Me dariam apenas um quinto de seu valor real. ‘Esqueçam’, eu disse, ‘Voltarei em algumas semanas. Ficarei com meu dinheiro’.”

Mas este dinheiro não era a única questão. Era extremamente difícil conseguir um avião para fora do país. Felizmente seu pai, que era embaixador no Jordão, conseguiu colocá-lo em uma linha aérea Jordaniana. De lá ele conseguiu voar para Londres.

Ele tentou trocar seu dinheiro no Jordão, e desta vez ofereceram apenas um décimo de seu valor. Mais uma vez ele disse, “Esqueça. Guardarei meu dinheiro até que isso tudo acabe”. Quando chegou a Londres, apenas algumas horas depois, seu dinheiro não valia absolutamente nada. Ninguém o queria a preço nenhum. “Ainda tenho vários bolos daquele dinheiro. Guardo em uma gaveta. Ele me lembra de quão pouco o dinheiro realmente vale e quão transientes estes valores realmente são.”

Fariborz aprendeu que sucesso tem menos relação com o que você tem do que com seu conhecimento de si. “Eu sempre me orgulhei de poder ver o que acontece à minha volta,” ele explicou. “Mas aprendi que quando você está no meio daquilo, às vezes você não vê, independente de quão brilhante você seja. Muitas vezes você precisa dar um passo para fora da situação para saber o que realmente está acontecendo. Esta foi uma lição valiosa pra mim – ainda mais valiosa que o dinheiro que perdi, que era basicamente tudo que eu tinha”.

Por Patrick Sweeney e Herb Greenberg, CEO e Fundador da Caliper

O que é Sucesso? – Segunda Parte

Paul Schulte, o mais jovem jogador americano de basquete em cadeira de rodas nas Paraolimpíadas de Sydney, em 2000, refletiu sobre o sucesso no nível Olímpico. “Estávamos em frente de 18.000 pessoas, jogando contra os Australianos em sua casa. O som era ensurdecedor. Foi o único momento em minha vida que estive tão perto de alguém, como estamos agora, e eu estava gritando com o cara ao meu lado o mais alto que podia, e ele nem virou o rosto. A energia era incrível. O chão tremia. Eu nunca havia sentido o chão tremer com a empolgação de uma multidão. Eu nunca havia experimentado nada assim. Todo mundo estava além dos limites. Nosso time tinha que recorrer a sinais de mão porque não conseguíamos nos ouvir. Logo antes do apito inicial eu congelei o momento em minha mente. Eu também disse pra mim mesmo, ‘Isso é sucesso’”.

O time de Paul continuou e venceu. “Mas a experiência em si”, disse ele, “isso foi o sucesso real. No início do jogo queríamos ganhar mais que qualquer outra coisa. Mas só de estarmos ali já sabíamos que tínhamos sucedido”.

Paul disse: “Sucesso é focar no que você tem ao invés do que você não tem. Na minha vida, tinham 10.000 coisas que eu poderia ter feito antes da minha deficiência. Agora talvez existam apenas 9.000. Você precisa focar nas suas oportunidades presentes e abrir mão do resto”.

Paul muitas vezes conhece pessoas que recentemente sofreram um acidente e perderam o uso de um ou mais de seus membros. É um tempo frágil. Suas vidas foram reviradas de dentro para fora e de cima para baixo. “Eu tento mostrar a eles que ainda são a mesma pessoa que eram antes. Seu corpo pode ter mudado, mas são a mesma pessoa – talvez ainda melhor. Eles apenas precisam aceitar o que aconteceu e descobrir o que é incrível neles”.

Ele relembrou um dia em que estava conversando com uma jovem mulher que por pouco sobreviveu a um acidente e conseqüentemente ficou paraplégica. Ele a ouvia e sabia exatamente de onde ela vinha: a descrença, a raiva, tudo. Paul então a disse que se sentia muito sortudo, e ela pensou que ele tinha perdido a cabeça. Ele explicou: “Deixe eu te dizer como você tem uma vantagem sobre a maioria das pessoas andando por este planeta. Primeiramente, e acima de tudo, você não terá mais medo de morrer. Quando você chega muito perto da morte, você perde o medo dela. Você sabe como é estar perto assim. Isto te ajuda a viver a sua vida um pouco diferente, de forma um pouco mais completa. Não que todos tenham que ter uma experiência trágica, eu não desejaria isso para ninguém, mas para nós que passamos por isso, temos muito a ganhar. Você poderia olhar para o que aconteceu e dizer, ‘Eu sou uma vítima. Isto aconteceu comigo e todos devem ter pena de mim.’ Ou você pode dizer, ‘Esta é uma oportunidade.’ Se você consegue ver a adversidade como uma oportunidade, as coisas serão completamente diferentes. É aí que você está pronto para ter sucesso”.

Ele pausou, e disse: “Sucesso não diz respeito apenas aos resultados que você produz, é sobre o que você está realmente fazendo. É sobre se focar em um sonho. Você está focando, e isso é animador. Você não preocupa em falhar ou suceder. Você está nele. É isso que importa. Sucesso é um produto secundário”.

Para esse jovem que liderou seu time à medalha de ouro por fazer uma média de 17 pontos por jogo na Copa de Ouro de 2002, é interessante que ele veja uma distinção tão clara entre vencer e ter sucesso.

Paul conclui dizendo que “Se você perde, não significa que não teve sucesso. É uma perda apenas se você não aprende nada com isso”.

Por Patrick Sweeney e Herb Greenberg, CEO e Fundador da Caliper

O que é sucesso? – Primeira Parte

Quando sentávamos para entrevistar alguém para o livro O sucesso tem fórmula?, após termos passado pelas cordialidades e o café ou chá serem servidos, invariavelmente a pessoa nos perguntava: “Antes de entrarmos nisso, eu preciso saber o que você entende por sucesso?”.

Balançávamos a cabeça e dizíamos: “Realmente gostaríamos de te dizer, mas você precisará esperar o lançamento do livro”.

A verdade é que eles estavam tocando em uma de nossas questões mais importantes: “Qual é a sua definição de sucesso?” era uma das primeiras perguntas que gostaríamos de fazer a todos os entrevistados e esperávamos obter algumas respostas incríveis.

E conseguimos!

Do nosso ponto de vista, os indivíduos que entrevistamos para este livro eram extremamente bem-sucedidos. Mas não foi por causa de alguma fórmula empírica que desenvolveram, e tampouco pela fortuna ou títulos que obtinham.

A maioria deles já estava no topo de seu jogo e o restante estava a caminho. Vinham de todas as áreas: negócios, esportes, política, entretenimento, e por aí afora. Mas o que tinham em comum era que, no momento em que os conhecia, você sabia que eles estavam fazendo exatamente o que deveriam estar fazendo. Alguns até obtiveram êxito muito além do que sonharam. Estavam no lugar certo, no momento certo, porque sabiam quem eram e jogavam com seus pontos fortes.

Admitimos que isso pode parecer mais que sutilmente subjetivo, e não há dúvidas de que é difícil medir mas as pessoas que encontramos iam além do padrão no que diz respeito a gostar do que fazem. Em alguns casos, até mesmo pediam desculpas por gostarem tanto do que estavam fazendo. Sentiam-se sortudos, abençoados, comprometidos, desafiados e sempre a espiar na esquina do futuro.

Compartilharemos com você o que aprendemos.

É preciso compreender, entretanto, que algumas definições de sucesso, assim como algumas das qualidades necessárias para alcançá-lo, podem parecer contraditórias. De fato, algumas são. Mas não tem problema. Não existe uma fórmula de sucesso para todos e, se é isso que você procura, somos as pessoas erradas para lhe responder. Podemos, entretanto, garantir-lhe: com certeza, existe um caminho que é o certo para você. E se puder aprender com os outros e reconhecer partes da sua história na história deles, acreditamos que será capaz de abrir as portas do seu próprio sucesso.

Isto posto, voltamos à questão inicial: O que é o sucesso?

Uma das definições mais clássicas de sucesso é de Rebecca Stephens, a primeira mulher britânica a escalar o Monte Everest.

Ela percebeu que alcançar o ponto mais alto da Terra era seu objetivo, após receber a incumbência de relatar a escalada da face noroeste da montanha mais alta do mundo de um grupo de alpinistas.

Naquele momento, ela não sabia nada sobre alpinismo, mas parecia ser uma tarefa interessante, e por isso aceitou. Isto aconteceu em 1989, e tudo que ela precisava fazer era recolher algumas histórias sobre como os alpinistas se preparam para a escalada. O que mais a impressionou foi a paixão que cada alpinista sentia pelo projeto de chegar ao topo do Monte Everest. “Inicialmente, eu me perguntei porque eles arriscariam a vida para subir estas pedras”, disse ela. Porém, logo percebeu que existia uma história maior por trás disso, e ligou para seus editores dizendo: “Eu gostaria de tentar responder à seguinte pergunta: Porque os alpinistas escalam?”.

Nesse momento, ela havia transposto sua função e já estava fazendo suas próprias perguntas. Então, se propôs a escalar até o primeiro acampamento para que pudesse descrever, em primeira mão, os efeitos de alcançar tal altitude. Ela disse: “Eu sabia que esta era a única forma de realmente entender o desejo que motivava estas pessoas”.

No livro, poderemos contar a você sobre o momento de definição de Rebecca e o que a levou a desafiar os elementos e a encarar a real possibilidade da morte, primeiramente no Monte Everest e, depois, na escalada do maior pico em cada continente. O mais importante em sua decisão de fazer a escalada foi perceber algo sobre ela mesma que até então não conhecia.

Foi revigorante! Foi esclarecedor!

Parte daquela realização tinha a ver com a Rebecca encontrando sua própria definição de sucesso. Para ela, “Sucesso era alcançar qualquer coisa que você tivesse se proposto a fazer. É você quem deve definir o que é, e isso não pode ser determinado por mais ninguém. O sucesso não é, certamente, o comumente definido por sociedades mercantis como a acumulação de riqueza. Se a riqueza acompanhar o seu sucesso, ótimo. Mas o dinheiro em si não é medida de sucesso”.

Talvez você tenha feito tudo o que podia para alcançar seu objetivo, entretanto obstáculos fora de seu controle o impediram de alcançá-lo. O tempo pode te impedir de chegar ao cume da montanha, o clima econômico pode de impedir de alcançar outro objetivo. Mas você ainda pode se considerar bem-sucedido se deu tudo o que tinha por aquilo, e se aprendeu alguma coisa no processo. Perceba, não é uma definição fácil, mas também não é impossível. É sobre traçar um objetivo e se conectar de forma completa para chegar até ele”.

Após quatro anos de treinamento intensivo, Rebecca ficou de pé no topo do mundo por 10 minutos. O cume, como ela descreve, é uma área muito pequena. É o ponto onde as três faces da montanha se encontram. Tem apenas 4,5 metros por 3 metros. Só isso. Você não dá um passo para trás quando tira uma foto. E também não há dúvidas de que tenha alcançado o topo.

Daquele local ela podia ver até a base da montanha, e ver tudo – seu passado, presente, e possibilidades. “E por aqueles 10 minutos”, disse ela, “aquela montanha era nossa. Era um sentimento mágico de solitude, ali onde tudo que você olhava era selvagem. Era extraordinariamente belo”.

Então, tinham que descer, rápido. Não havia tempo a perder. Era tudo uma questão de tempo. Eles tinham apenas seis horas de luz do dia, e tinham que usá-la com a máxima eficiência para conseguirem descer a montanha. Tiraram várias fotos rápidas e fizeram pegadas.

Escalar o Monte Everest significa sucesso para qualquer um. “Foi um desafio incrível. Certamente difícil. E requeria diligência constante”, explicou Rebecca. “Também requeria um enorme respeito pela montanha. Nunca persegui nada com a convicção com a que subi o Everest. Para mim, foi meia batalha ganha – se não mais. Para ter sucesso, primeiramente é preciso ter uma consciência muito precisa de si. Necessita ouvir sua voz interior para que você tenha coragem de perseguir um caminho que esteja de acordo com seus desejos. Quando se encontra isso, você tem o ímpeto para alcançar. Acredito que esse seja o segredo.”

Por Patrick Sweeney e Herb Greenberg, CEO e Fundador da Caliper.

Como contratar pessoas decididas a ter sucesso

Por Herb Greenberg e Patrick Sweeney*

Depois de avaliar o potencial de mais de dois milhões de candidatos e funcionários, para 25 mil empresas em todo o mundo, constatamos que, antes e acima de tudo, as pessoas alcançam o sucesso quando têm um elo forte com aquilo que fazem melhor.

É nesse elo que o seu potencial e a sua motivação adquirem vida e podem fazer toda a diferença.

Isso é particularmente verdade quando se trata de ter sucesso em cargos de liderança, gestão, vendas ou serviço ao cliente – e também de ser bem-sucedido trabalhando em equipe. Quando buscamos alguém para contratar, precisamos descobrir se essa pessoa possui as qualidades necessárias para ser bem-sucedida.

Você consegue inspirar as pessoas e possui intuição para antever mudanças, qualidades necessárias para liderar?

Ou possui a capacidade de tomar decisões e de inspirar respeito, para não falar na comunicabilidade que a gestão de pessoas e projetos exige?

Ou você tem a habilidade de persuadir, de intuir o que estão pensando e de se recuperar após uma rejeição – atributos essenciais para o sucesso em vendas?

Ou, ainda, apresenta o desejo de atender os outros, atenção para detalhes e o talento organizacional necessários para ter sucesso numa posição de atendimento ao cliente?

Essas são as qualidades que nos movem. Cada um de nós tem diferenciados pontos fortes. A grande questão é descobrir quais são e focar neles toda a nossa atenção.

Existem, é claro, dezenas de outras qualidades que avaliamos para tentar identificar os pontos positivos e o potencial de uma pessoa. Além disso, também temos de levar em conta a cultura da organização, os atributos da personalidade dos superiores e a dinâmica da equipe. Levando tudo isso em consideração, percebemos que essas qualidades podem se combinar de diversas maneiras é isso que nos torna quem somos e nos ajuda a explicar porque podemos ter sucesso fazendo uma coisa, ou ser a pessoa totalmente inadequada para fazer outra.

Em nossa prática, a demonstração mais enfática desse conceito talvez ocorra quando assessoramos times profissionais de esporte a selecionar novos jogadores.

Os clubes não precisam de nós para avaliar a velocidade ou a agilidade de um atleta. Eles têm agentes especiais que reconhecem esse tipo de talento a quilómetros de distância.

Mas os técnicos e treinadores de times profissionais sabem que o que realmente importa é uma vez comprovado o talento, é se o jogador tem a vontade, o impulso e a motivação de potencializar ao máximo esse talento. Ele ou ela consegue atuar sob pressão? É realmente competitivo? Sabe atuar em equipe? Pois são essas as qualidades que distinguem os melhores jogadores.

Em suma, o que aprendemos é que podemos ser bem-sucedidos se tivermos um elo com as nossas qualidades mais fortes e tirarmos o máximo proveito do que temos de melhor.

Só assim o nosso potencial pode se realizar.

Encontre a qualidade dominante – Ao longo dos anos, verificamos que, sendo o talento essencialmente igual, como ocorre na seleção preliminar de novos atletas para o esporte profissional, a diferença entre uma superestrela e um atleta competente, mas sem brilho, está na garra, no desejo de vencer, e no impulso de obter sucesso à sua maneira.

Sua empresa estará um passo à frente se você compreender as suas próprias qualidades e aquelas que movem todos os seus funcionários de alto desempenho.

Estamos, é claro, partindo do pressuposto de que somos todos uma mistura singular de várias qualidades distintas. Mas se você começar identificando a sua qualidade dominante, aquela que o impulsiona e o define, imagine a vantagem que terá?

A seguir, destacamos apenas algumas das qualidades que distinguem as pessoas de sucesso. Além de descrevê-las, mencionaremos alguns indivíduos que possuem cada uma dessas qualidades num grau extraordinário, como se fossem parte da sua própria natureza.

Resiliência: a capacidade de se recuperar rapidamente
A maneira como lidamos com a rejeição, a derrota ou simplesmente o desânimo que a vida sempre acaba colocando em nosso caminho, tem muito a ver com a maneira como alcançamos o sucesso. Pessoas com forte auto-estima se restabelecem rapidamente quando são derrubadas, seguindo em frente com ainda mais determinação.

Essa qualidade é exemplificada por Muggsy Bogues, que, com 1,60 m de altura, foi o jogador de basquete mais baixo de todos os tempos. Muggsy personifica essa qualidade descrevendo o que sentiu quando foi escolhido, “de primeira”, para ingressar num time profissional. Disse: “Todos disseram: ‘Ele é baixo demais’. Sempre me disseram isso, na escola primária, no ginásio, no colégio, na faculdade, na liga profissional. Num certo sentido, isso nunca me abalou. Você sabe, entrava por um ouvido e saía pelo outro. Só que doía. Mas, em outro sentido, serviu para eu provar que estavam enganados. Até que chega a um ponto em que se torna ainda mais importante do que provar que eles estavam errados.”

Esse é um homem que sabe o que fazer com a rejeição.

Metas em mente
Se duas pessoas estão escalando juntas uma montanha, qual é a coisa mais importante para que cheguem ao cume? Trabalho em equipe? Cooperação? O equipamento certo? Treinamento? Tudo isso é necessário, mas a coisa mais importante de que precisam é da montanha. Precisamos ter uma meta clara.

De uma perspectiva psicológica, constatamos que pessoas orientadas a seguirem metas possuem uma combinação de autodisciplina, forte senso de responsabilidade, assertividade e determinação.

Rebecca Stephens, a primeira britânica a escalar o Monte Everest, tem autoridade de sobra para afirmar que, quando interiorizamos uma meta, ela pode transformar nossa vida. Depois que decidiu escalar a montanha mais alta do mundo, todas as outras facetas da sua vida ficaram muito mais claras.

“Foi a primeira vez que eu efetivamente soube o que queria fazer”, explicou. “Antes, eu vivia vagando, meio sem destino. Não era infeliz, acho bom esclarecer, mas estava ciente de que eu era ‘pau para toda obra’. Não havia encontrado uma direção para a minha vida. Depois que decidi escalar o Monte Everest, porém, vi que nunca tinha buscado algo com tanta convicção. Com isso, metade da batalha já estava vencida – talvez mais. Quando temos um objetivo claramente definido, todo o resto fica mais fácil. Muito, muito mais fácil.”

Paixão
É impossível ter sucesso sem amar o que fazemos. Sucesso de verdade significa entregar a alma e o coração àquilo que se faz. Quando agimos com paixão, todos à nossa volta sabem que estão na presença de alguém que tem não só talento, mas potencial para a grandeza. Na última vez que João Carlos Martins tocou um concerto de Bach no Carnegie Hall, o New York Times referiu-se à sua pirotecnia arrebatadora: a paixão de interpretar Bach emanava de todo o seu corpo, sua cabeça gingava para trás, as mãos voavam sobre o teclado, a plateia em êxtase. Chegaram a colocar três fileiras de poltronas no próprio palco.

“Toquei como nunca havia tocado em minha vida”, ele disse. “Cada vez que subo ao palco, tenho de tocar como se fosse o último concerto da minha vida. Tenho de me apresentar com toda a paixão do mundo. É a única maneira que consigo.” Na época, João Carlos estava perdendo o movimento da mão direita. Precisou abandonar o piano por um tempo, para retornar com mais paixão ainda, chegando a gravar um CD chamado Só para a mão esquerda.

Esse é apenas um rápido panorama de três das qualidades que nos motivam ao sucesso. Existem dezenas de outras. Quais delas você possui? Quais delas impulsionam os seus melhores profissionais?

Talvez você tenha mais propensão para a coragem, ou para a diversão, ou para confiar nos outros, ou para conhecer a si mesmo. Talvez as qualidades que mais reverberem em você sejam a autodisciplina, a integridade ou a paixâo.

Ou você é mais voltado para o cumprimento de metas, mais persuasivo ou mais competitivo? Você sente mais otimismo, empatia ou confiança? Você é paciente? Ou sente necessidade premente de realizar as coisas de imediato? Consegue intuir o que os outros estão pensando e se solidarizar com suas necessidades? È capaz de lidar com a rejeição e se recompor com um senso de propósito ainda mais forte?

Não há resposta certa ou errada. Existe apenas a sua resposta.

Quando for capaz de identificar as qualidades que definem quem você é – e as das pessoas à sua volta – então estará no caminho de tirar o máximo proveito de seus pontos fortes e de alcançar o sucesso à sua maneira.

* Este artigo foi publicado em 2007 no Portal HSM on-line.

Por Herb Greenberg e Patrick Sweeney, Fundador e CEO da Caliper USA

Conquiste seu próprio sucesso!

Você tem certeza de que o que você está fazendo hoje é pertinente para o seu sucesso? Às vezes, é difícil encontrar o caminho certo para si mesmo, ou entender a própria personalidade para, então, traçar objetivos concretos. Um grande erro é querer enxergar falhas no meio em que se vive e, assim, esquecer que você é o ponto central e que o que você faz é o que pode estar errado.

Desta forma, classificamos de extrema importância para o desenvolvimento pessoal e profissional refletir sobre si mesmo e sobre suas ações em busca da concretização de seus projetos e elaboramos cinco questões simples baseadas no livro “O sucesso tem fórmula?”, escrito por Herb Greenberg (fundador da Caliper) e Patrick Sweeney (Presidente da Caliper).

As respostas para estas perguntas serão dadas a você mesmo. Por isso, não há período definido para responde-las, dependerá de seu próprio tempo e disponibilidade.

Recomendamos que converse com amigos, pessoas que possam falar sobre você e, enfim, pense sobre si mesmo e encontre suas próprias respostas. Quando tiver a certeza de todas elas, apenas se atenha a um detalhe: qualquer caminho que você escolher trilhar deve, obrigatoriamente, levá-lo ao sucesso.

Reflita:

Você já conhece sua própria definição de sucesso?
Como você vai medir este sucesso?
O quanto você já investiu em si mesmo para chegar até ele?
Qual o gap que existe entre onde você está agora e o sucesso?
Quais são os traços da sua personalidade que ajudarão você a chegar ao sucesso?