O que falta para sua empresa prosperar?

Ano Novo é sinal de que tudo se revigora, com novas oportunidades e desafios. Para a maioria das pessoas, começar o ano é uma ótima chance de recomeçar, retomar planos, dar início a novas atitudes, novos hábitos e ideias. E as empresas, nesta época, estão reiniciando seu ciclo e buscam, sem exceção, muito mais resultados positivos que no ano passado: mais crescimento, melhores investimentos, maior lucratividade e funcionários mais comprometidos, o ponto essencial para a realização de todos os outros desejos.

Porém, para ter colaboradores compromissados, algumas empresas acreditam que oferecer inúmeros benefícios e prezar pela qualidade de vida deles seja o suficiente para a criação e sustentação de comprometimento. Entretanto, ações como estas podem não gerar resultados e as pessoas que compõem uma organização sentirem-se, ainda, insatisfeitas. Dessa forma, o problema pode ser bem mais profundo e merecer maior atenção, pois uma empresa que mantém profissionais desmotivados e descontentes não consegue progredir e, por mais benfeitorias que proporcione estas geram ânimo apenas momentâneo e efêmero, não suscitando resultados consistentes, tanto para o sucesso da organização quanto para a satisfação do próprio funcionário.

Na atualidade, as empresas que não cuidam de seu capital humano não têm muitas chances de crescer e lucrar. No mínimo, os resultados continuam os mesmos e, na pior das hipóteses, tornam-se negativos. A importância, hoje, em conhecer o que pensa e sente cada um dos colaboradores de uma empresa é tão grande quanto o cuidado em contratar os melhores profissionais do mercado. Durante uma seleção, há uma sólida preocupação com a formação superior, cursos, universidades de renome, empregos anteriores, enfim, preocupações necessárias, mas não essenciais. A personalidade do novo contratado é que vai dizer como será sua atuação na empresa, seu rendimento na função, seu relacionamento com os colegas e superiores, sua dedicação, sua identificação com a área de atuação entre outros pontos. Ter feito a melhor faculdade, trabalhado no exterior e freqüentado inúmeros cursos, em determinada área, contam apenas metade do histórico de uma pessoa.

Por isso, cada vez mais empresas procuram por uma boa consultoria em gestão de pessoas, porque sabem que manter profissionais que não se encaixam em suas funções é a pior forma de tentar crescer e a melhor de perder tempo e dinheiro em investimentos que não serão rentáveis e proveitosos em nenhum sentido.

Às vezes, um simples ajuste faz a diferença e uma secretária ruim pode se tornar uma ótima gerente, ou um técnico com baixo nível de produtividade pode ser o vendedor que sua empresa sempre desejou. Portanto, investir em gestão de pessoas, avaliando o potencial de seus profissionais e utilizando-os da melhor forma e nos melhores cargos, é a atitude mais acertada com mínimas chances de erro e grande expectativa de resultados.

Sendo assim, a dica para o início deste novo ano é: mude a concepção de sua empresa quanto à ideia de avaliar e desenvolver seus colaboradores, muna-se de informações consistentes e científicas para avaliá-los com precisão e os desenvolva com qualidade, de acordo com suas características de personalidade. Uma receita mais do que especial para iniciar 2014 com o pé direito!

Reuniões de Planejamento Estratégico

Com a chegada dos últimos meses do ano, as empresas começam a se preparar para os desafios de 2014, tornando-se necessário realizar reuniões eficientes de Planejamento Estratégico.

Neste post, você tem acesso a uma entrevista feita com o Consultor Associado da Caliper, George Brough, que atua como facilitador de reuniões de planejamento. Ele fala sobre a importância dessas reuniões e como as empresas podem torná-las mais eficazes. Confira:

Blog da Caliper – Para que servem as reuniões de Planejamento Estratégico?
George Brough (GB) – As empresas precisam de uma direção, um objetivo comum para chegar a algum lugar. Sempre utilizo o seguinte exemplo: uma carroça precisa de cavalos para ser puxada. Imaginemos que ela seja de determinado tamanho que necessite de seis cavalos para ser movimentada. Os seis precisam estar à sua frente, focando num único ponto para o qual são direcionados. Se forem colocados dois em cada lado da carroça, primeiro não chegarão a lugar nenhum, porque não têm um objetivo único e, por fim, destruirão a carroça, uma vez que sua estrutura não suportará a força distribuída em todos os lados. O mesmo acontece com a empresa sem um Planejamento Estratégico bem-elaborado. Sua estrutura acaba sendo destruída com o tempo, por não ter um foco, uma base de ações construtivas para alcançar seus objetivos corporativos.

Blog da Caliper – Quais as vantagens de haver um facilitador em Reuniões de Planejamento Estratégico?
GB – É positivo ter um facilitador por que:
1. Facilitar uma reunião exige talentos e habilidades específicas que precisam ser desenvolvidas. O facilitador sabe quais ferramentas deve utilizar e como obter o máximo proveito possível da reunião.
2. O facilitador tem um papel específico e insubstituível. Se quem facilita a reunião também faz parte da equipe, este não estará contribuindo plenamente.
3. A equipe de líderes, geralmente, tem dificuldades em se comunicar de forma plena e eficaz. Estão acostumados a serem líderes de suas equipes, mas não de serem membros da equipe de líderes da organização, papel que requer comportamentos, interações e competências diversas. O facilitador fará com que a equipe se porte como tal, assumindo esse importante papel.

Blog da Caliper – Quais os benefícios que a facilitação da Caliper pode oferecer?
GB – A Caliper possui bastante experiência nesta área tanto no Brasil, quanto no exterior, em empresas de todos os tamanhos e segmentos. Possuímos a prática dessa ação, além de conhecimento profundo acerca do vínculo: potencial – comportamentos – resultados, o que ajuda os participantes de uma reunião de Planejamento Estratégico a maximizarem essa oportunidade.

Blog da Caliper – Durante a reunião, o facilitador irá sugerir novas ferramentas à empresa?
GB – A facilitação não é aula de MBA sobre Planejamento Estratégico, pois já existe muitas no mercado. É uma reunião de trabalho com objetivos concretos e reais. A Caliper terá à disposição todas as informações sobre várias metodologias de Planejamento Estratégico, ferramentas de comunicação e como realizar reuniões eficazes, mas o objetivo é permitir que os participantes realizem o melhor Planejamento Estratégico possível para a empresa.

Blog da Caliper – De que forma o facilitador utiliza as ferramentas e informações que a empresa já possui, a favor das atividades previstas no Planejamento Estratégico?
GB – Pela nossa experiência, não falta informação na empresa, nem pessoas com conhecimento. Elas têm informação sobre seus produtos, serviços e clientes. Normalmente, o que falta é o conhecimento sobre como juntar todas essas informações, analisá-las e interpretá-las e, assim, chegar às melhores decisões possíveis, utilizando todo o potencial de todos os participantes. Esse é o nosso papel.

Blog da Caliper – Por que as reuniões de Planejamento Estratégico não são eficazes em muitas empresas?
GB – Em geral, as pessoas confundem o que sabem com o que fazem. Ou seja, conhecer as metodologias e as ferramentas não quer dizer que conseguem colocá-las em prática. Os participantes dessas reuniões, geralmente os líderes da organização, se importam mais com sua própria equipe ao invés de se portarem como líderes da organização como um todo focam muito em defender seu território ao invés de ter uma visão do que é melhor para a empresa inteira. Também estão acostumados a focar muito mais internamente ao invés de pensar mais nos clientes.  Muitas vezes reúnem-se em fazendas ou hotéis (como atividade extra) para pensarem durante dois ou três dias sobre SEUS produtos, SUA área, SEUS processos, e se esquecem de pensar no cliente lá fora. As reuniões de Planejamento Estratégico, geralmente, não terminam com responsabilidade coletiva cada um sai focando ou defendendo partes da estratégia que lhe interessam, mas não a estratégia por inteiro. E, talvez, o erro mais comum seja o de pensar que o trabalho dos líderes termina ao final da reunião, com a estratégia “completa”, quando na realidade ele não termina até esta ser implementada pela empresa inteira, trazendo os resultados esperados. Uma reunião com todos os funcionários, meia dúzia de pôsteres nos corredores da empresa e um e-mail colocado na Intranet não são suficientes para a empresa comprar, entender e aplicar a estratégia.