Marketing Pessoal para o sucesso profissional

Marketing Pessoal para o sucesso profissional
O Marketing Pessoal pode ser um grande aliado na alavancagem de sua carreira. O peso do sucesso no ambiente corporativo, abre a possibilidade de várias técnicas que tragam prosperidade profissional.
Mas esqueça o lado pejorativo do marketing e da autopromoção. Técnicas que são usadas por muitas empresas também podem ser aplicadas no perfil profissional de forma sólida.
Todo projeto de marketing inicia com uma análise do cenário, fazer um SWOT irá ajudar a levantar informações para definição das estratégias. O termo SWOT é uma sigla em inglês para o acrónimo de Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats). Esta técnica vem sendo usada há mais de 60 anos para analisar posições estratégicas dentro de grandes e pequenas empresas.
Para o Marketing Pessoal, mergulhe na autoanálise e liste:

  • Pontos fortes: aquilo no que o profissional é bom, que ele gosta de fazer e que é reconhecido pela entrega.
  • Pontos fracos: o que está deixando a desejar, onde poderia melhorar, ações que não executa bem ou que são muito penosas ao profissional.

Agora partimos para análise do ambiente de trabalho:

  • Oportunidades: o que está acontecendo dentro da empresa que o profissional possa unir aos seus pontos fortes para criar uma vantagem.
  • Ameaças: o que pode acontecer na empresa que ameace a carreira do profissional.

Neste momento de levantamento de informações, podemos pensar em comprometimento e pontualidade ou, até mesmo, habilidades com softwares. Seja abrangente. Avalie ações, modo de trabalho, experiências profissionais, dedicação ao estudo e reciclagem de informações, estilo de comunicação, sociabilidade, conhecimentos externos, estilo de vida… Não esqueça do momento do mercado, como a empresa está se comportando, novas demandas que tem surgido, possibilidades de promoção ou demissão.
Uma vez que esses dados estejam levantados será possível traçar um mapa de como o Marketing Pessoal será útil na carreira. Pode-se chegar à conclusão da necessidade de uma pós-graduação, de uma vestimenta mais adequada ou de uma postura conciliadora. O importante é que o profissional esteja aberto e disposto à essa mudança.
Outra ferramenta que pode auxiliar no levantamento de informações é a avaliação de personalidade. Com o Perfil Caliper, através de um teste com 98 questões, é possível descobrir os pontos fortes e a desenvolver da personalidade do profissional. É uma ferramenta precisa e ideal para profissionais que tenham dificuldade com sua autoanálise. O profissional ainda pode contar com um feedback direto de um Consultor Caliper para trazer informações extras do relatório.
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Mensagem do CEO – Quem é o próximo na fila?

Por Herb Greenberg

Quando as empresas estão recrutando, a sua principal preocupação é, geralmente, se assegurar que elas encontrem alguém bem preparado e qualificado para fazer o trabalho necessário. No entanto, com demasiada frequência, muitas empresas param por aí. Normalmente, as perguntas para as quais buscam respostas são: Será que essa pessoa será um bom Supervisor de Atendimento ao Cliente? Ou será que essa pessoa será um vendedor adequado para a nossa divisão nordeste?

Entra o planejamento de sucessão. O planejamento de sucessão não é apenas “quem será o nosso próximo CEO?”. Pelo contrário, é “quem é o nosso próximo na fila?”. Você sabe se esse Supervisor de Atendimento ao Cliente pode ser o seu próximo bem sucedido Diretor de Atendimento ao Cliente? Ou será que eles mostram algum potencial para serem o seu próximo Gerente de Vendas? Qual poderia ser seu próximo passo?

Simplificando, o planejamento da sucessão muitas vezes não está envolvido no processo de escolha de um candidato – muitas empresas já consideram sorte se contratar alguém que possa fazer bem um trabalho específico.

E considerar aquele próximo passo do candidato ou empregado é mutuamente benéfico. Beneficia sua empresa, porque você é capaz de aumentar o envolvimento dos funcionários reduzindo os custos de recrutamento, e beneficia o indivíduo, porque ele ou ela se sentirão mais leais à sua empresa sabendo que você se preocupa com a carreira deles.

Há uma estatística impressionante no quadro de funcionários que indica que apenas 30% dos colaboradores desfrutam da posição que ocupam atualmente. Então, como eu já disse antes, nem sempre é melhor confiar plenamente em alguém que já tenha feito isso no passado. É fundamental olhar para as motivações inerentes dessa pessoa e considerar como essa pessoa realmente corresponde às exigências de um determinado cargo.

Eu sugeri – e vou continuar sugerindo – que uma das primeiras coisas a fazer quando você está recrutando e construindo um plano de carreira para seus funcionários é realmente analisar onde seus funcionários estão hoje e onde esperam estar no futuro. Você pode ter um grande vendedor que está fazendo um trabalho maravilhoso e pode querer promovê-lo para a gestão. No entanto, ele pode não ser inerentemente motivado ou disposto a assumir essa oportunidade. Pelo contrário, poderia fazer mais sentido dar àquele vendedor um grande livro de negócios ou um carteira mais exclusiva de clientes.

Atualmente, você também pode ter um vendedor que esteja interessado em mover-se para em uma posição mais orientada para o serviço em sua organização. Estas são todas as coisas que o ajudarão a construir o melhor plano de carreira e sucessão, tanto para sua empresa e seus funcionários.

Alguém em sua organização poder estar fazendo um trabalho adequado em uma área, mas ele poderia ser excelente em outra. E você não saberá se esse é o caso até que você tenha essas conversas, invista em seus funcionários e atue em conformidade. Seu ROI vai falar por si.

Descobrimos que, no final, fazer esse investimento é o menos caro – e o mais produtivo – caminho a percorrer.

* Por Herb Greenberg, Ph.D. – Fundador & CEO da Caliper

Dicas para um planejamento de carreira eficaz

  • Conheça a si mesmo – Só quem conhece seu próprio potencial sabe onde pode chegar.

  • Acredite que você pode ser feliz – Fazer aquilo que gosta é um fator decisivo para o sucesso em qualquer carreira.

  • Seja mais você – Quando não sabemos o que buscamos é muito comum que a empresa e outros o façam por você, e pode apostar que quase sempre serão escolhas que não irá gostar.

  • Veja além do horizonte – Se seus planos não se encaixam com os da empresa ou profissão atual, conheça e busque outras opções que permitam que seus planos se realizem.

  • Busque ajuda – Não está conseguindo passar pelo processo de auto-conhecimento? Peça ajuda a profissionais que possam servir de guia e ampliar as suas chances de sucesso não só no seu planejamento como também na escolha de suas metas.

  • Escolha o que fazer e faça – Cruze a linha entre o pensar e o fazer, entre a intenção e a ação.

  • Tente – Se você busca resultados ou respostas diferentes, então haja diferente. Não deu certo? Tente de novo. Nenhum garimpeiro espera encontrar ouro na primeira tentativa.

  • Troque ideias – Amplie e mantenha sua rede de relacionamentos, troque ideias sobre sua carreira, sobre o mercado de trabalho, seja com amigos ou parentes, essa é uma boa forma de saber “para qual lado sopram os bons ventos”.

  • Leve a sério – Quer olhar para trás e ver que tudo o que planejou foi realizado? Então considere as questões acima antes de elaborar o seu plano de carreira. Sem uma base sólida é impossível construir qualquer coisa.

  • Lembre-se – Quando conseguir finalizar os seus planos, certamente receberá mais força e energia para realizar os próximos, por isso conheça-se e elabore planos que estejam de acordo com sua realidade e habilidades!

Planejamento de Carreira

Quando se fala em planejamento de carreira, surgem aquelas velhas dicas como pegue um papel e anote o que você quer para si daqui a um, cinco ou dez anos. Você anotará onde quer chegar e como vai chegar lá. No entanto, antes de lançar mão do seu planejamento é preciso ser franco, realista e o mais importante: se auto-conhecer.

Parece simples quando nos conhecemos e sabemos realmente o que nos motiva, porém, para muitos decidir o que quer para si pode ser especialmente difícil. Seja por falta de conhecimento ou vaidade, colocar em “xeque” seus pontos fortes e a falta de habilidade em algumas atividades nem sempre é uma das tarefas mais fáceis ou agradáveis.

Realmente, é necessário não apenas honestidade, mas também coragem para enfrentar seu verdadeiro “eu”.

Como dizia um antigo professor, “somos aquilo que podemos ser”, ou seja, não devemos nos enganar planejando algo que não estamos preparados para ser, é preciso maturidade para olhar o próprio reflexo e entender o que valorizamos em nossa vida e as reais habilidades que possuímos.

Comece procurando aquelas lembranças escondidas na memória, sim, aqueles feedbacks que recebeu ao longo da vida, principalmente aqueles que se repetem, como por exemplo: “Você leva jeito para convencer as pessoas”, ou então, “você é um ótimo negociador”. Essas são pistas para descobrir quais são os seus pontos fortes e quais não são. Porém, não se sinta rotulado, procure outras alternativas de auto-conhecimento.

Busque por uma orientação que pode ser de um amigo, ou se preferir um estudo mais profundo, procure uma empresa especializada em análise de perfil, que apresentará de forma precisa as suas áreas de desenvolvimento e os seus pontos fortes, permitindo que aproveite e utilize a seu favor as habilidades já existentes além de orientá-lo a desenvolver outras habilidades para que atinja seus objetivos.

Seja qual for a sua escolha, não deixe de fazer esta revisão do seu “eu”, pois sem ela será muito difícil “casar” seus motivadores com o que você deseja para sua carreira nos próximos anos.

Se descobrir que está no caminho errado, não sinta receio em começar de novo, porque para aquele que não sabe aonde está indo qualquer lugar serve, e com certeza não é isso que você deseja para sua carreira e para sua vida.

Começar de novo não é visto pelas empresas como indecisão, mas como busca pela satisfação profissional. Todos conhecemos profissionais que já foram induzidos a escolher uma profissão supostamente promissora, numa tentativa de atender aos anseios alheios e do mercado, esquecendo-se dos próprios sonhos e desejos, resultando em um dos grupos que mais cresceram nesses últimos anos: os que não gostam do que fazem.

Já o fato comprovado que fazemos bem aquilo que nos dá prazer e não é à toa que surgiu aquela famosa frase: “Faça aquilo que você gosta e jamais trabalhará um único dia sequer na vida”, ou seja, a curto prazo podemos realizar bem as tarefas das quais não gostamos, mas qual o efeito que isso pode ter em sua carreira a médio e a longo prazo?

Lembre-se que por maior que seja a sua pressa em definir o que fazer ou o que estará fazendo daqui há alguns anos, é fundamental esse auto-conhecimento para então iniciar o seu planejamento de carreira. Planejar em cima de fatos irreais pode resultar em fracasso, perda de tempo e energia.

Sempre é tempo de investir na carreira!

Por Lilian Gonçalves*

Você já percebeu que estamos no final do mês de Julho?! Pois é. Implacável, o tempo passa e, envolvidos na rotina, quase nem nos damos conta disso e por esse motivo somos pegos de surpresa com frases como: “O ano passou e eu nem vi”, “Já passamos da metade do ano”. Mas o que isso significa? Que já não temos tempo para nada? Eu não acredito nisso. Do mesmo modo como fazemos nas datas de reflexão do final de ano, por que não usar também o final do semestre para realinhar os planos e investir na carreira?

Esse é o meu desafio hoje. Não precisamos esperar o fim do ano para analisar o caminho percorrido e avaliar se está de fato nos levando para o objetivo traçado.  O tempo é agora e temos ainda alguns meses para alcançar metas!

Para tanto, sugiro que comecem com uma reflexão sobre o que ocorreu de bom e de ruim nos primeiros meses do ano. Considere isso um aprendizado. Reveja suas metas do começo do ano, quais ações que não trouxeram resultados e busque novas alternativas. Reveja as que deram certo e entenda qual foi o diferencial. Dessa reflexão você terá lições importantes para seguir de forma mais otimizada (e por que não dizer mais otimista também?).

Outra possibilidade é investir em educação formal com cursos, pós-graduações e MBA que têm início agora. Uma pesquisa publicada pela revista Você S/A aponta que investir em educação ainda é um diferencial para a carreira e tem impacto positivo na remuneração.  Então, por que não escolher um curso que pode favorecer sua jornada rumo ao sucesso?

A ideia é refletir sobre o que te faz feliz e como isso pode impactar no sucesso da carreira que você escolheu. O que te realizou nas ações até aqui que você gostaria de continuar? Olhar para si é sempre uma experiência única e pode resultar em algo extraordinário, independente do mês do ano. Sua carreira depende somente de você, o prazo é você quem faz e o tempo para começar é agora!

* Lilian Gonçalves é Consultora de Desenvolvimento Organizacional da Caliper Brasil.