15 dicas de Marketing Pessoal para seu sucesso

15 dicas de Marketing Pessoal para seu sucesso
Use o Marketing Pessoal a seu favor no ambiente corporativo e destaque-se em prol de sua carreira. Confira 15 dicas de Marketing Pessoal para seu sucesso:

1. Conheça-se: o primeiro passo é estar ciente dos seus pontos fortes e fracos para saber como usá-los a seu favor. Invista seu tempo no autoconhecimento para entender como essas dicas podem ser mais bem aplicadas.
2. Seja natural: não aja de forma que não combine com a sua personalidade. As máscaras não se manterão por muito tempo.
3. Tenha entusiasmo: isso atrairá pessoas na mesma vibração que você além de trazer ares de inovação e otimismo aos seus colegas.
4. Seja pontual: respeite o tempo das outras pessoas e ganhe pontos extras de comprometimento.
5. Capriche no aperto de mão: ele vai demonstrar toda a sua confiança e é muito mais profissional que abraços e beijos nos cumprimentos.
6. Olhos nos olhos: isso comprova que você está interessado no assunto além de transparecer sinceridade e honestidade. Mantenha seu olhar receptivo para não dar margem as desconfianças.
7. Escute: quando estiver conversando com alguém, realmente dedique esse tempo a ela. Você ficará surpreso como as pessoas gostam de ter a sua atenção.
8. Cuide da sua postura: coluna ereta, olhar a frente, sentar corretamente, descruzar os braços vão transmitir mensagens positivas da sua pessoa.
9. Vista-se corretamente: esteja atento ao dress code do ambiente de trabalho. Não perca seu estilo mas adapte-se para atrair mais confiança.
10. Informe-se: estar atualizado sobre as notícias e tendências de mercado farão de você uma fonte confiável e um colaborador essencial à empresa.
11. Organize-se: uma mesa organizada, documentos em dia, reuniões bem distribuídas demonstram que você está com tudo sob controle.
12. Seja humilde: por mais que você saiba que é melhor naquela atividade, a arrogância afasta as pessoas além de passar uma imagem de antipatia e falta de espírito de equipe.
13. Mantenha o bom humor: isso manterá o ambiente leve e saudável. Mas não exagere nas piadas, lembre-se que está em um ambiente corporativo e muitas brincadeiras podem demonstrar insegurança e falta de profissionalismo.
14. Construa networks:eles garantirão que o seu marketing pessoal se propague por outros setores da empresa e até por outras companhias.
15. Reinvente-se: abrace a inovação, novas ideias, novos projetos e novos colegas. Não caia na armadilha da previsibilidade. Garanta que a equipe sempre terá algo a ganhar com você fazendo parte dela.
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Marketing Pessoal para o sucesso profissional

Marketing Pessoal para o sucesso profissional
O Marketing Pessoal pode ser um grande aliado na alavancagem de sua carreira. O peso do sucesso no ambiente corporativo, abre a possibilidade de várias técnicas que tragam prosperidade profissional.
Mas esqueça o lado pejorativo do marketing e da autopromoção. Técnicas que são usadas por muitas empresas também podem ser aplicadas no perfil profissional de forma sólida.
Todo projeto de marketing inicia com uma análise do cenário, fazer um SWOT irá ajudar a levantar informações para definição das estratégias. O termo SWOT é uma sigla em inglês para o acrónimo de Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats). Esta técnica vem sendo usada há mais de 60 anos para analisar posições estratégicas dentro de grandes e pequenas empresas.
Para o Marketing Pessoal, mergulhe na autoanálise e liste:

  • Pontos fortes: aquilo no que o profissional é bom, que ele gosta de fazer e que é reconhecido pela entrega.
  • Pontos fracos: o que está deixando a desejar, onde poderia melhorar, ações que não executa bem ou que são muito penosas ao profissional.

Agora partimos para análise do ambiente de trabalho:

  • Oportunidades: o que está acontecendo dentro da empresa que o profissional possa unir aos seus pontos fortes para criar uma vantagem.
  • Ameaças: o que pode acontecer na empresa que ameace a carreira do profissional.

Neste momento de levantamento de informações, podemos pensar em comprometimento e pontualidade ou, até mesmo, habilidades com softwares. Seja abrangente. Avalie ações, modo de trabalho, experiências profissionais, dedicação ao estudo e reciclagem de informações, estilo de comunicação, sociabilidade, conhecimentos externos, estilo de vida… Não esqueça do momento do mercado, como a empresa está se comportando, novas demandas que tem surgido, possibilidades de promoção ou demissão.
Uma vez que esses dados estejam levantados será possível traçar um mapa de como o Marketing Pessoal será útil na carreira. Pode-se chegar à conclusão da necessidade de uma pós-graduação, de uma vestimenta mais adequada ou de uma postura conciliadora. O importante é que o profissional esteja aberto e disposto à essa mudança.
Outra ferramenta que pode auxiliar no levantamento de informações é a avaliação de personalidade. Com o Perfil Caliper, através de um teste com 98 questões, é possível descobrir os pontos fortes e a desenvolver da personalidade do profissional. É uma ferramenta precisa e ideal para profissionais que tenham dificuldade com sua autoanálise. O profissional ainda pode contar com um feedback direto de um Consultor Caliper para trazer informações extras do relatório.
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Programa de Desenvolvimento Individual

Sempre é um tempo propício para se fazer planos ou refazê-los. A consultora Heidy Ruth Oliveira responde algumas questões importantes sobre como montar um Programa de Desenvolvimento Individual.

1. Como iniciar um Programa de Desenvolvimento Individual?

Para iniciar um Programa de Desenvolvimento Individual, eu recomendo seguir alguns passos:
1- Conheça a si mesmo, seus motivadores, potenciais e áreas críticas que merecem atenção para aprimoramento.
2- Saiba o foco que você quer dar para sua carreira, quais são suas aspirações, objetivos e metas.
3- Faça uma autoanálise com os gaps entre as suas aspirações e seu potencial com o seu desempenho atual.
4- Monte um plano de desenvolvimento de curto, médio e longo prazo.

2. Quais são os pontos críticos e/ou de atenção que devem ser observados ao traçar um Programa de Desenvolvimento Individual?

Ao traçar um plano de desenvolvimento, sempre estabeleça metas claras com indicadores e prazos. Também decida de que forma acompanhará e medirá a evolução do plano.
É muito importante definir metas realizáveis e mensuráveis. Jamais estabeleça metas muito fáceis ou mesmo inatingíveis. No primeiro caso, falta o desafio para o desenvolvimento pessoal ou profissional. No segundo, a meta torna-se um peso. Em ambas as situações, o processo se torna desestimulante e favorece a desistência.
Outro ponto crítico que contribui para o cancelamento do plano é o surgimento de imprevistos. Quando eles ocorrerem afetando o alcance parcial ou total da meta, reavalie e a refaça, mantendo sempre o foco nas suas aspirações.

3. Que recursos podem ser utilizados em um Programa de Desenvolvimento Individual?

Várias ferramentas podem ser usadas em um Programa de Desenvolvimento Individual, como ferramentas para avaliar seu potencial ou avaliação 360º. Você também pode buscar feedbacks sobre o seu desempenho atual com parceiros, colaboradores e gestores. Compartilhe com o seu gestor suas perspectivas de carreira. Outra boa sugestão é buscar suporte através de um coach que irá lhe ajudar a definir e operacionalizar um programa de desenvolvimento mais personalizado.

A administração do tempo e o Coaching

Por Karen Ogassawara

[themecolor]”{…} Assim como tem resultados ao fazer aquilo em que prima, a pessoa também tem resultados por trabalhar do modo em que melhor se desempenha. Certos traços de personalidade comuns em geral determinam o modo como a pessoa se desempenha.”[/themecolor]
Peter F. Drucker –  Gerenciando a si mesmo

Falar em administração do tempo remete-nos imediatamente  a um eficaz planejamento de atividades e  a definição de prioridades, visando a otimização do aproveitamento dos prazos que, nós profissionais, necessitamos cumprir. Para tanto, especialistas no assunto nos oferecem ferramentas e métodos extraordinários que nos auxiliam nesta árdua tarefa, basta inserir o termo em um buscador na internet e encontramos centenas de referências.
Contudo, a administração do tempo depende, antes de qualquer planejamento, da administração de si mesmo, pois é necessário descobrir qual o método mais adequado a você e como se dará sua aplicação.

Algumas pessoas são naturalmente organizadas e focadas, e trabalhar com planejamento das atividades é motivador para elas, por outro lado, podem ter dificuldades em lidar com o imprevisto, e quando este surge acaba desestabilizando o cronograma. Há outras que preferem realizar suas tarefas conforme a demanda, e gostam de envolver-se com diferentes assuntos ao mesmo tempo, para estas a organizaçãoo e o foco tendem a ser grandes desafios, mas tenderão a ficar muito motivadas com situações inesperadas.  Em ambos os exemplos, há características positivas e necessidades de aprimoramento em termos de Administração do Tempo que, para o sucesso neste quesito ser atingido, devem ser equilibradas.

A administração do tempo bem sucedida está intimamente ligada ao processo de desenvolvimento global do profissional, e  aqui que recorremos ao Coaching como uma ferramenta eficaz na administração de si mesmo, que implicará em um crescimento profissional e pessoal, delineando estratégias para tirar maior proveito do que você tem de melhor e aprendendo a lidar com as características que não trazem os resultados esperados. Para que o processo seja bem sucedido é fundamental que seja viabilizado ao coachee o autoconhecimento, sem isso não se pode pensar em estratégias para administrar a si mesmo, já que não se pode administrar aquilo que não se conhece.

O Coaching então, além de outros benefícios para o desenvolvimento, proporcionará a administração do tempo com metodologias adaptadas ao perfil de cada profissional. Neste sentido, a proposta de Coaching Executivo da Caliper possui um grande diferencial, pois utiliza o Perfil Caliper como ferramenta de diagnóstico para subsidiar o planejamento estratégico do processo, alinhando as características de personalidade e motivadores do coachee às suas metas corporativas, auxiliando a criar e a implementar opções eficazes.

* Karen é responsável pela área de Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento da Caliper Brasil.

Habilidades contam – não incapacidades

Por Herb Greenberg

Uma fonte de talento raramente pensada é a comunidade de pessoas com deficiência. Como é tentador colocar automaticamente uma pessoa com deficiência em um mundo apertado de deficientes. Coloque-as em uma oficina realizando alguma tarefa servil, e nós sentimos que fizemos algo certo por eles. Por favor, entenda que eu não estou de nenhuma maneira minimizando o excelente trabalho que muitas oficinas são oferecidas aos deficientes. Na verdade, muitos milhares de pessoas com deficiência têm sido ajudadas enormemente por pessoas dedicadas que trabalham em vários estágios dessas oficinas. Incontáveis ​​vidas foram salvas, e as pessoas tornaram-se membros contribuintes da sociedade. O que estou sugerindo, no entanto, é que devemos olhar para as pessoas com deficiência da mesma forma como olhamos para qualquer candidato de emprego em potencial para determinar não o que eles não podem fazer, mas o que, de acordo com suas peculiaridades, eles podem fazer.

Eu mesmo sofri enormes pressões nesta área. Quando fiquei cego aos dez anos de idade, meus pais tiveram que lutar muito para me manter no fluxo principal e me dar a oportunidade de mostrar o que eu podia fazer. Eles se recusaram a me enviar a uma escola para cegos, porque não queriam que a minha cegueira me definisse. O que estou sugerindo aqui é que, entre os chamados deficientes, pessoas que não podem andar, que são cegas, surdas, etc, são os indivíduos que são mais do que capazes de contribuir de forma importante para a força de trabalho da empresa. Este grupo pode produzir menos salva-vidas no mar de desemprego do que pessoas idosas ou membros de sua força de trabalho atual. No entanto, elas não existem. Há pessoas com deficiência que podem fazer muitos trabalhos. Mais uma vez, a questão é olhar para o que a pessoa é, não o que elas não são. Colocando em termos simples, você não precisa andar para falar ao telefone, você não tem que ouvir bem para pintar, ou você não precisa ter uma boa visão para negociar um contrato. O que conta é o que você tem e como essas qualidades se combinam com as competências necessárias para um determinado cargo.

Tudo se resume à mesma coisa. Dê a alguém o mesmo ponto de equilíbrio – julguem eles pelo o que eles podem fazer em vez de se concentrar em qualquer preconceito relativo à sua idade, deficiência, ou antigo trabalho e dê às pessoas as oportunidades reais que deveriam receber. E oh, sim, a propósito, damos às nossas empresas a oportunidade de empregar melhor as pessoas para que possam prosperar em benefício de seus empregados e seus acionistas, e consequentemente, toda a sociedade. Eu acho que, no final das contas, eu estou gritando “justiça é um bom negócio”.

por Herb Greenberg, Fundador da Caliper & CEO

Administração do tempo – da desorganização à produtividade

Dia cheio, atividades aos montes, papéis e documentos pendentes, ligações penduradas… Enfim, essas e outras atividades fazem parte do dia a dia de muitas pessoas durante o trabalho. São tantos afazeres que se tem a impressão de pouco tempo para realizá-los e, até mesmo para separar o que é mais ou menos importante. Parece até que é preciso fazer as coisas sem dedicar muito tempo em pensar sobre elas. Porém, será que essa seria a melhor forma de resolver a questão da falta de tempo?

Pelo contrário, é preciso muita disciplina e calma para colocar as coisas no lugar e resolver cada atividade pendente dentro de seu tempo, garantindo efetividade e, principalmente, resultado.

Para que isso se torne real, é preciso que o profissional coloque em prática ações que produzam uma administração do tempo eficiente, com aproveitamento máximo de suas habilidades e do tempo que passa dentro da organização, sem que seja necessário dedicar tempo maior de trabalho sobre determinadas questões. Afinal, sempre é possível classificar as responsabilidades pelo seu grau de importância e conseguir colocar todas elas em ordem.

Como a má administração do tempo é um dos males da atualidade e permeia grande parte dos colaboradores de uma empresa, várias delas se propõem em auxiliar seus profissionais com treinamentos específicos que ajudam as equipes a desenvolver essa habilidade.

Administrar o tempo de forma eficaz é positivo para o funcionário e para a empresa, pois reduz o estresse do dia a dia e a sensação de pressão sobre cada atividade e, através disso, faz com que os colaboradores consigam produzir com muito mais qualidade. Por isso é tão importante investir nesse quesito.

Abaixo, veja algumas dicas que podem ajudar na administração do tempo dos profissionais de sua empresa:

Diminuir interrupções – Durante um dia de trabalho, várias são as interrupções, desde um colega precisando tirar uma dúvida, até o telefone que não para de tocar. Mesmo assim, é possível evitar que essas ações se tornem constantes. Por exemplo, dedicar um tempo do dia para não somente atender às chamadas como também para fazer ligações, evita que durante todo o resto do dia elas atrapalhem o andamento de um trabalho. E dedicar alguns minutos de descanso para si mesmo também é saudável e, nesse meio tempo, é possível trocar ideias com a equipe.

Dividir e priorizar tarefas (agendamento) – Sempre, ao final de um dia de trabalho, é possível que se programe para o dia posterior, colocando em ordem de prioridade as atividades a serem realizadas. Assim, mesmo que no próximo dia surjam novas coisas a serem feitas, o profissional não se perderá em informações, uma vez que elas já estarão agrupadas e programadas para o dia.

Importância e urgência  – Também é interessante que o profissional tenha o hábito de refletir sobre seu trabalho e verificar dentre suas atividades quais têm maior importância e quais têm urgência, ou seja, aquelas que são indispensáveis durante o dia de trabalho. Fazendo essa análise, é possível ordenar melhor as ações.

Delegação e/ou divisão de tarefas – Outra grande dica é mostrar ao profissional as opções que ele possui em mãos. Se for apenas subordinado, ele pode dividir suas atividades com outro colaborador, através da autorização de seu superior e em comum acordo com o colega. E, caso seja superior, poderá delegar atividades que estejam tomando demais seu tempo, descentralizando pequenas ações e decisões, e ainda demonstrando confiança em sua equipe.

Enfim, quem administra melhor seu tempo com certeza obtém maior qualidade de vida e eficácia em seu trabalho, garantindo produtividade e qualidade para a organização. E a empresa que vê na administração do tempo de seus colaboradores um elemento a mais para seu crescimento, com certeza tem resultados muito mais prósperos.

É possível melhorar a habilidade de ouvir uma pessoa?

Por Herb Greenberg

Por que será que quando dizemos exatamente a mesma coisa a três pessoas diferentes dentro da empresa recebemos em troca três reações distintas? A primeira olha para você como se estivesse fitando o vazio a segunda dá uma série de desculpas (não dá pra fazer o que você está pedindo porque…). A terceira entende o que você diz e sai com uma implicação na qual você nem sequer havia pensado.

Embora haja indivíduos que são bons ouvintes por natureza, a verdade é que, para muita gente, ouvir é uma habilidade que requer aperfeiçoamento constante. Por que isso? Constatamos que o ouvinte sofrível pode ser classificado em uma das três categorias seguintes. São elas:

O ensimesmado: esse indivíduo coloca sua prioridade pessoal acima da sua. É em geral irredutível, teimoso, ou talvez determinado demais, por isso é impossível concordar com ele. Consequentemente, passa uma imagem de “sabe-tudo”, e não tem realmente tempo e vontade de ouvir a quem quer que seja.

O desfocado: São características típicas desse indivíduo: a mesa sempre em desordem, lapsos constantes de memória e a incapacidade de terminar o que começou. Esse sujeito precisa de direção e estrutura para atingir seus objetivos. Sua incapacidade de concentração o impede de compreender totalmente o que lhe pedem e de agir em conformidade com a orientação recebida.

O “certinho”: Embora saiba ouvir, esse indivíduo, muito apegado a regras, costuma ser excessivamente cauteloso. Preocupa-se tanto com coisas menores que é incapaz de ver o contexto geral. Como se usasse “viseiras” nos ouvidos, ouve apenas parte de tudo o que lhe dizem.

No momento em que você entende o que incapacita o indivíduo de ouvir o que lhe dizem, poderá recorrer a algumas estratégias que o ajudarão a apurar a audição dessa pessoa.

Por exemplo, quando tiver de lidar com o tipo ensimesmado, tente usar a seguinte abordagem: peça-lhe que repita o que você disser. A intenção não é produzir mímica, e sim permitir que ele compreenda o que você está dizendo e tire alguma dúvida.

De tempos em tempos, talvez seja necessário lembrá-lo de que não deve descartar uma ideia antes de estudá-la integralmente. O ensimesmado precisa aprender que não é obrigado a concordar com os outros para que aprenda a ouvir. Isso poderá ajudá-lo a abrir mais sua mente.

E o desfocado? O que fazer para que ele aprenda a ouvir melhor? Há uma técnica que consiste em passar a ele apenas as informações de que necessita para fazer seu trabalho. Se houver mudança nas prioridades, simplesmente passe a ele novas instruções. Embora tenhamos por hábito compartilhar com os demais funcionários da empresa uma vista panorâmica da situação, essa tática poderá ser indigesta demais para o desfocado. Ele se dá melhor com instruções passo a passo.

Outra técnica que poderá ser usada com esse tipo consiste em evitar todo tipo de distração externa quando ele estiver sendo orientado. Além disso, procure fazer, periodicamente, várias perguntas adicionais a ele para garantir que a mensagem dada seja entendida.

Dessa forma, o desfocado compreenderá que você espera dele 100% de atenção. Suas perguntas frequentes o incentivarão a fazer perguntas sobre coisas que não entende.

O “certinho” talvez seja o tipo mais difícil de lidar. Embora ouça o que lhe dizem, ele não vê implicação alguma entre aquilo que ouve e outras coisas que estejam fora de sua área de conforto.

Quando confrontado com um projeto ou exigência que não se encaixa perfeitamente naquilo que está habituado a fazer, começam os problemas do certinho. Sua resposta imediata é levar ao seu conhecimento todas as razões pelas quais algo não pode ser feito, em vez de parar um pouco para pensar naquilo que você realmente precisa. É importante se dar conta disso no momento em que estiver tentando passar uma orientação relativa a uma estratégia de ação ou a um projeto com o qual ele não concorda.

Tenha em mente que esses indivíduos talvez estejam mais preocupados com o possível impacto daquilo que você está dizendo do que em ouvir, de fato, o que você está dizendo. É mais provável que eles estejam pensando em alguma coisa do tipo: “Será que eles não percebem o que está em jogo aqui?”, ou “Isso vai acabar me sobrecarregando de trabalho.”

Deixe claro logo de início o que você espera dele, já que isso poderá ajudar a tranquilizá-lo. Em última análise, porém, ele se sentirá bem melhor se você lhe explicar o novo projeto de acordo com as regras com as quais ele está acostumado a trabalhar. Se você propuser alguma coisa que acarrete uma reorganização de suas prioridades, seja bastante explícito em relação às suas novas expectativas.

Indivíduos certinhos acabam gastando em vão seu tempo preocupando-se com coisas que estão mudando. Seu tempo será bem gasto desde o início se você conseguir que ele entenda a “nova ordem” e se sinta à vontade nela.

Por fim, compreender por que uma determinada pessoa não consegue ouvir como deveria pode melhorar a comunicação e sua relação profissional com ela. Isso, porém, é apenas parte da solução. Não condiz com a realidade esperar que uma pessoa que não sabe ouvir possa ser transformada da noite para o dia. Ouvir é uma via de mão dupla, porque exige esforço e compreensão de ambas as partes.

*Herb Greenberg, fundador da Caliper USA

Conquiste seu próprio sucesso!

Você tem certeza de que o que você está fazendo hoje é pertinente para o seu sucesso? Às vezes, é difícil encontrar o caminho certo para si mesmo, ou entender a própria personalidade para, então, traçar objetivos concretos. Um grande erro é querer enxergar falhas no meio em que se vive e, assim, esquecer que você é o ponto central e que o que você faz é o que pode estar errado.

Desta forma, classificamos de extrema importância para o desenvolvimento pessoal e profissional refletir sobre si mesmo e sobre suas ações em busca da concretização de seus projetos e elaboramos cinco questões simples baseadas no livro “O sucesso tem fórmula?”, escrito por Herb Greenberg (fundador da Caliper) e Patrick Sweeney (Presidente da Caliper).

As respostas para estas perguntas serão dadas a você mesmo. Por isso, não há período definido para responde-las, dependerá de seu próprio tempo e disponibilidade.

Recomendamos que converse com amigos, pessoas que possam falar sobre você e, enfim, pense sobre si mesmo e encontre suas próprias respostas. Quando tiver a certeza de todas elas, apenas se atenha a um detalhe: qualquer caminho que você escolher trilhar deve, obrigatoriamente, levá-lo ao sucesso.

Reflita:

Você já conhece sua própria definição de sucesso?
Como você vai medir este sucesso?
O quanto você já investiu em si mesmo para chegar até ele?
Qual o gap que existe entre onde você está agora e o sucesso?
Quais são os traços da sua personalidade que ajudarão você a chegar ao sucesso?

Dicas para se tornar mais flexível

  1. Escute com a intenção de entender e não de responder. Desenvolva uma postura mais receptiva para escutar ideias diferentes e identificar oportunidades de crescimento.
  2. Avalie todas as alternativas do grupo e sempre que necessário, questione para melhor entender os benefícios de determinada ideia ou mudança.
  3. Treine o “fazer de outro jeito” mesmo não concordando, apenas para testar novas possibilidades. Você poderá se surpreender com os resultados!
  4. É difícil ser flexível quando não se tem ideia de como se deve contornar uma situação. Ao analisar outros pontos de vista, você amplia seus conhecimentos e aumenta a sua habilidade de determinar quais atitudes tomar para chegar a melhores resultados.
  5. Reconheça que outros possam ter ideias tão valiosas quanto as suas, ou até melhores.
  6. Domine a necessidade de sempre estar no controle e aprenda a aceitar coisas novas como um desafio, ao invés de encará-las como um obstáculo.
  7. Não deixe que seu plano e opiniões criem uma barreira que não possa ser superada.
  8. Algumas vezes é necessário colocar de lado suas opiniões para poder prosseguir em um objetivo comum.
  9. Não seja tão intransigente a ponto de não se mostrar disponível para colaborar. Esteja alerta para os sinais que refletem a falta de vontade em aceitar e mudar.
  10. Não fique tão envolvido em uma situação a ponto de não mudar de ritmo quando necessário.
“O plano que não pode ser mudado não presta”.
– Pubilius Syrus

Quebre sua barreira de som pessoal

por Patrick Sweeney*

Vou levá-lo de volta a 14 de outubro de 1947.

Quando o capitão “Chuck” Yeager, um piloto de testes da Força Aérea, estava prestes a entrar na cabine e tentar a sua chance de quebrar a barreira do som.

Vários pilotos já haviam tentado voar mais rápido do que a velocidade do som.

Vários não conseguiram voltar vivos.

A maioria voltava quando seus aviões tremiam incontrolavelmente – sentindo-se como se estivessem prestes a ser despedaçado.

Pilotos compartilhavam um mito sobre um demônio que desintegraria qualquer coisa que se aproximasse da velocidade do som.

Na época, acreditava-se que um avião nunca poderia ir mais rápido do que a velocidade do som, pois as ondas de choque seriam demais para continuar voando.

Voar mais rápido do que a velocidade do som parecia ser um desafio impossível.

“Nada disso fazia diferença para mim”, Chuck Yeager disse mais tarde, mastigando um chiclete, como ele sempre fazia. “Eu era um piloto de testes. E nós estávamos testando.”

Para ele, era tudo uma questão de foco. Manter-se focado, atento, verificar os seus instrumentos e estar pronto para o desconhecido.

Qual foi a sensação, quando ele se aproximou da velocidade do som e o avião começou a tremer incontrolavelmente? “Você não sente nada”, disse ele. “Você está muito ocupado. Você está checando sua lista, verificando todos os seus indicadores, testando a eficácia do estabilizador.”

Em seguida, o Mach-meter (Medidor de velocidade para velocidades supersônicas) momentaneamente parou.

E seu avião começa a descer.

Os medidores do avião estavam confusos. Eles não lhe diziam o que fazer a seguir.

Ele tinha que confiar em seu sistema de navegação interno.

Caso contrário, isso teria sido tudo.

Em vez disso, ele ignorou o que seus calibres indicavam e levou o avião para cima.

Em seguida, o Mach-meter saltou para 1,06.

Ele havia conseguido. Ele havia quebrado a barreira do som.

“Quando chegamos acima da velocidade do som,” ele disse, “não havia mais ondas de choque.”

E o passeio suavizou.

Como recordou mais tarde: “Era tão macio como um bumbum de bebê.”

Ironicamente, ele não podia ouvir o estrondo sônico no cockpit – porque no momento em que isso aconteceu, ele estava apenas um pouco acima da velocidade do som.

Somente aqueles que estavam no chão ouviram.

Mas ele, e todo mundo lá, sabiam o que tinha acontecido.

Eles sabiam o que ele havia conseguido. Ele acelerou ao Mach 1,06, a mais de 1.200 quilômetros por hora.

Naquela noite Yeager preparou uma jarra de martinis para comemorar com sua esposa. E ele uivou para a lua.

“Eu havia voado em uma velocidade supersônica por 18 segundos.

Não havia golpe, nenhum sobressalto, nenhum choque. Acima de tudo, nenhum tijolo na parede para quebrar.

E eu estava vivo.”

E com esse sentimento subjacente de frescor final, nós nos despedimos dos Irmãos Wright e entramos na era em que os astronautas poderiam voar para a lua.

Limitações foram superadas.

Novas possibilidades eram abundantes.

O que podemos aprender com a experiência de Chuck Yeager?

Qual é a sua barreira do som pessoal?

Seu objetivo?

Seu desafio final?

Seu sonho?

Qual é a única coisa, aquela coisa, que está fora de seu alcance?

O que acontece com você quando você chega perto de sua barreira do som pessoal?

Quando o seu avião começa a tremer?

Você consegue ficar focado no que você tem que fazer?

Quando estamos no limite da nossa zona de conforto, coisas incríveis podem acontecer.

Se estamos abertos a essa possibilidade.

http://youtu.be/PxMctFJehfg

Como foi para Chuck Yeager quebrar a barreira do som?

Ele não pode nos dizer.

Porque no momento estava lá e foi.

E ele nem sequer ouviu o estrondo sônico quando ele quebrou a barreira do som.

Porque ele estava indo mais rápido do que o som.

Você está à frente da barreira do som quando você a rompe.

Ainda assim, quando você se aproxima da sua barreira do som pessoal, tudo está tremendo.

E pode parecer que tudo está prestes a desmoronar.

Esse é o momento que você tem que confiar no seu sistema de navegação interno.

Confiar em sua intuição.

A barreira do som não é nada, além das limitações que colocamos em nós mesmos.

Ao invés de focar nas barreiras que nos separam e ficam entre nós, por que não focar nas possibilidades que podem nos conectar – conosco e com os outros?

Esqueça as barreiras.

Concentre-se em possibilidades.

Sobre o que pode ser.

Essa mudança pode abrir novas portas – a uma realidade que existe por causa de você.

Patrick Sweeney, presidente da Caliper.

Este artigo foi publicado originalmente no blog da Caliper USA. Veja aqui.