Inicie o seu planejamento para 2018

Já é hora de iniciar o seu planejamento para 2018. A Caliper possui soluções customizadas às suas necessidades para lhe auxiliar no seu Planejamento Estratégico para o próximo ano e otimizar o seu investimento em gestão de pessoas.

Nossa Especialidade

Consultoria

Você sabe por onde começar? Os Consultores Caliper possuem expertise e vivência para realizar diagnósticos e identificar as necessidades de sua empresa em gestão estratégica de pessoas. A Caliper pode apoiar no mapeamento das necessidades das equipes, auxiliar no diagnóstico para que sejam orçados investimentos em treinamento, coaching e ajustes os quadros de pessoal de forma eficaz.

Avaliação de Potencial

Uma avaliação de potencial bem realizada norteia seus próximos passos e ajuda a decidir entre programas de desenvolvimento, treinamento, promoções, sucessões e até mesmo programas de reestruturação nas suas equipes.

Ferramentas de Diagnóstico

Avaliação de Desempenho

Como a sua equipe se saiu em 2017? As metas foram batidas? A avaliação de desempenho combina a autoimagem do indivíduo com o feedback dos colegas, funcionários e supervisores. Também passa a ser um mapa da mina de como iniciar o planejamento.

Pesquisa de Clima

Tenha um diagnóstico certeiro de onde estão os problemas da empresa ou da equipe. A Pesquisa de Clima totalmente customizada proporciona um gráfico sazonal do clima organizacional, além de verificar quais são os principais problemas que afligem os colaboradores, prevenindo possíveis momentos de crise.

“Apoio na seleção dos melhores talentos, sejam líderes, vendedores, técnicos. Tanto para contratar quanto para sucessão e redução do quadro, o Perfil Caliper é a melhor ferramenta para a escolha acertada. ”

Aplicações diretas da Caliper em seu Planejamento 2018

  • Identificação do seu banco de talentos
  • Pesquisa de Clima para diagnóstico e suporte na definição de novos projetos de RH
  • Apoio nos processos de reestruturação das equipes e team building
  • Consultoria e orientação em gestão de pessoas
  • Treinamento e Coaching para alta performance

A Caliper possui diversas soluções para contratação e desenvolvimento de pessoas através de dados comportamentais. Entre em contato conosco e descubra como podemos alavancar a estruturação do seu plano de investimentos em talentos para conquistar grandes resultados em 2018!

Retenha seus talentos em tempos de crise

Os talentos internos da empresa sempre foram seus grandes patrimônios. Em tempos de recessão econômica, a retenção de talentos se torna um desafio e eles devem ser protegidos. A Caliper listou 11 ações que te ajudarão no equilíbrio do turnover e motivação das pessoas dentro da organização:

  1. Conheça o potencial de cada funcionário.
  2. Realize avaliações de potencial de cada um e verifique seus motivadores.
  3. Job Rotation: realoque funcionários para outras áreas em que eles possam se sentir mais gratificados.
  4. Mantenha a motivação desses funcionários.
  5. Proporcione treinamentos de  reciclagem sobre assuntos diretamente relacionados à área de atuação do profissional.
  6. Tenha um plano de cargos e salários atualizado. Todo funcionário gosta de ter uma garantia e um direcionamento de seu trabalho na organização.
  7. Valorize o amadurecimento profissional de seus colaboradores.
  8. Crie um ambiente que proporcione fontes de prazer, fazendo com que suas atividades diárias se tornem grandes momentos de energia e realização.
  9. Cuide da saúde física e mental destas pessoas.
  10. Proporcione algumas atividades fora da empresa, como reuniões em locais diferentes e de fácil acesso.
  11. Certifique-se que os gestores façam bom proveito das potencialidades dos profissionais de talento da sua empresa, eles são os líderes da equipe.

O círculo vicioso do tanto faz

A conversa estava fluindo e falávamos de quanto os colaboradores são frutos do ambiente de trabalho. Até chegar no comentário de que fulano de tal é folgado, já foi competente mas agora é um folgado.

Continuamos o debate para tentar descobrir o elo perdido entre o profissional que entrou super bem cotado na empresa e sairá com uma fama que não lhe abriria novas portas. Seguem nossos questionamentos:

  • O profissional tem a formação adequada? Sim.
  • A empresa atual investiu no aprimoramento do profissional com cursos de reciclagem ou novas tendências de mercado? Não.
  • O profissional possuía experiências anteriores que gabaritavam o seu serviço? Sim.
  • A empresa atual reconhecia o seu trabalho com elogios, reconhecimento e/ou premiações? Não.
  • O profissional é ambicioso e tem planos de crescer profissionalmente? Sim.
  • A empresa atual oferece um vislumbre de desenvolvimento de carreira ou um plano de cargos e salários? Não.

Enquanto Karl Marx dizia que o homem é produto do meio, os neurocientistas dizem que o cérebro humano tende a fazer as coisas de um jeito mais fácil para economizar energia. Em uma batalha que não há ganhador, premiação ou reconhecimento, até mesmo o colaborador mais dedicado se vê traído por seu inteligente cérebro que achou um atalho para fazer mais do mesmo, economizando energia (que provavelmente será queimada em frustração profissional), entregando um serviço muitas vezes medíocre (porque o espertinho do cérebro já viu que não faz diferença se for um espetáculo ou se simplesmente for entregue), cumprindo ou não o seu horário e, apenas, segue levando sua rotina ordinária porque “tanto faz”o que você está fazendo.

Ei gestor! Você sabe o que motiva a tua equipe? Você sabe como disparar esse gatilho? Ou você está contribuindo para uma nova leva de profissionais que gostavam tanto do que faziam mas se viram cansados e sem propósito?

A Avaliação de Potencial é uma excelente forma de avaliar os motivadores daqueles que fazem parte da sua equipe. Mas de nada adianta saber do potencial do profissional, se a sua capacidade não for adubada. Neste caso, entram planos de cargos e salários, programas de desenvolvimento de altos potenciais e carreiras, além de outros incentivos que fazem um excelente ganha-ganha na relação colaborador-empresa. Com cada um fazendo a sua parte, esse círculo pode passar a ser virtuoso e cheio de bons frutos.

* Tatiana Reis é jornalista, profissional de marketing, adora pessoas e a gestão delas e é apaixonada pela Caliper.

20 anos de transformações

O caminho de sobrevivência de uma empresa no Brasil é tortuoso. Neste ano, a Caliper completa 20 anos no Brasil e nessas duas décadas vimos mudanças de governo, do estilo de trabalho e das lideranças, das metodologias de pesquisa de RH e de toda a estrutura das empresas. Nós atravessamos crises e intempéries e vencemos!

São 20 anos avaliando o melhor das pessoas. Desde 1996, já avaliamos e apoiamos o desenvolvimento de dezenas de milhares de pessoas através do Perfil Caliper e programas de treinamento e coaching, trabalhamos com milhares de empresas que nos deram a oportunidade de levar a qualidade de nossos serviços para dentro de suas companhias, de pensar estrategicamente junto com elas e transformar essas empresas em melhores lugares para trabalhar. Dessa maneira também transformamos a vida das pessoas que estão nessas empresas. A Caliper tem o compromisso de acreditar que as transformações são possíveis e que o desenvolvimento é o próximo passo. Acreditamos na essência das pessoas e no que elas têm de melhor, trabalhando seus potenciais para termos não só empresas melhores, como pessoas melhores.

Essa transformação começa nas empresas e é levada para fora, através do autoconhecimento e desenvolvimento dos colaboradores, melhorando suas performances e transformando uma sociedade.

Nós acreditamos que nossos ideais se propagam e estamos preparados para continuar propagando-os por muitos mais longos anos.

Obrigado por fazer parte da nossa história!!

José Geraldo Recchia

A liderança em tempos de crise

Vivemos momentos de turbulência, no país, nas empresas, nas nossas vidas pessoais!

Todos têm o que falar a respeito, criticar, sugerir, propor fórmulas mágicas para nos tirar desse “sufoco”, tal qual “recomendações” que são feitas, aos milhares, para os técnicos de futebol de times que não estão indo bem nos campeonatos…

Cabe então refletir sobre o que nos trouxe a este ponto, a esse momento que tem provocado até agressões entre os lados opostos dos que defendem um ou outro caminho a seguir perante os trâmites que se seguem entre nossos poderes Legislativo e Judiciário.

No ambiente corporativo costuma-se atribuir o sucesso ou fracasso pela adoção de uma estratégia aos seus líderes e, quando não bem-sucedida, muitas vezes o comando da organização é trocado.

Se analisarmos os principais atributos de um líder iremos certamente chegar a alguns pontos que devem ser destacados, como: definir o Norte, o caminho a seguir, inspirar seus seguidores, sendo um exemplo a ser seguido, alguém que semeia e “cuida” dos novos talentos, contribuindo para o desenvolvimento de cada membro da sua equipe!

Porém o que fazer quando esse líder, por inúmeros motivos, cai em descrédito, não mais tem a admiração do liderados e estes não mais acreditam que ele possa definir o caminho a ser seguido?

Creio que o primeiro passo seja uma profunda reflexão por parte desse líder sobre o que o levou a esse estado de “perda da liderança”, quais os equívocos cometidos, seja na definição da estratégia, seja na implementação dos planos de ação dela originados. E o segundo, e mais importante passo, é admitir o erro, ser humilde para reconhecer que tomou decisões equivocadas e pedir ajuda aos seus “liderados” para “construírem” juntos uma nova estratégia, para retomarem o rumo do caminho que permita levar ao sucesso!

E muitas vezes para efetivamente conseguir obter os resultados necessários esse líder terá que adotar postura semelhante junto aos demais membros dessa engrenagem, sejam eles fornecedores, clientes e comunidades que de alguma forma participem da “vida” dessa organização… portanto é com certeza um trabalho árduo, demorado, que requer muita determinação desse líder e foco para se manter no novo caminho.

Quantos de nós temos a humildade para reconhecer que erramos e para pedir ajuda? Sem tal atitude e a construção de novas alianças difícil será sairmos do isolamento a que seremos submetidos em momentos de crise oriundas de estratégias equivocadas!

Por José Geraldo Recchia

Vamos dar o primeiro passo?

* José Geraldo Recchia é sócio da Caliper Brasil e Coach certificado pela Erickson College, Corporate Coach U, International Coaching Federation (ICF) e Certificação Internacional de Coaches (CPCIC).

Usando avaliações de personalidade para qualquer candidato, em qualquer cargo

 

Por Herb Greenberg

Em mais de 50 anos de pesquisa de adequação do candidato ao cargo  na Caliper – chamamos isso de job-matching, descobrimos que – quando se trata de vendedores – não é só a personalidade que faz uma adequação perfeita ou a motivação que eles possuem que os torna bem sucedidos. Só porque alguém tem a empatia e é motivado a persuadir as pessoas, não dá nenhuma garantia de que irá ter sucesso no papel de vendas.

É importante olhar para o próprio cargo combinando-o com a dinâmica da personalidade do indivíduo. O que eles vão vender? E para quem? Para quem estará se reportando? E que tipo de trabalho de vendas é esse – ele requer mais gerenciamento de contas? Ou é estritamente voltado a contatos frios, do tipo caçador? Qual é a cultura da organização? Será que vão realizar trabalhos externos ou vão estar o dia todo no escritório?

Tornou-se claro para nós que a venda de Perfil Caliper comparada a venda de helicópteros requer diferentes conjuntos de habilidades e personalidades dinâmicas. Além disso, a venda de algo intangível como serviços de consultoria não é o mesmo que vender produtos e ferramentas tangíveis.

Pesquisas da Caliper tem mostrado que para entender o cargo é fundamental analisar quais habilidades são necessárias para fazer um bom trabalho e só então avaliar para coincidir a dinâmica da pessoa com as exigências do cargo.

Em um artigo publicado pela U.S. 1, Sizing Up (Before Hiring) Salespeople (Calibre (antes de contratar) vendedores), eu falei sobre o trabalho que fizemos com a avaliação de personalidade de todos no local de trabalho. Nossa avaliação de personalidade foi inicialmente projetada para ajudar a prever o potencial de vendas.

Embora as posições das vendas ainda são importantes hoje no mundo do trabalho, não é o único cargo para as quais as avaliações são valiosas. As pessoas que trabalham na prestação de serviços, operações e posições administrativas são todas críticas para a lucratividade da sua companhia. Os candidatos e funcionários – mesmo novas contratações ou atuais talentos que estejam sendo movidos para outras posições dentro da empresa – devem ser todos avaliados. Que trabalho que essas pessoas vão apresentar diariamente? Compreender a função do cargo em qualquer área é realmente necessário para identificar o job-matching, a adequação.

Quando você considerar o papel e a dinâmica da personalidade do indivíduo como um conjunto, você terá uma boa ideia de quão bem sucedido a pessoa será nesse papel. E se o indivíduo não parece que terá uma boa adequação, que áreas necessitam de desenvolvimento? Existem oportunidades de treinamento? Ou essa pessoa simplesmente não se encaixa? Embora possa parecer um passo extra desnecessário no processo de avaliação, garantir a adequação ao cargo é essencial; isso garantirá o sucesso a longo prazo tanto para o indivíduo como para a sociedade.

Para reforçar nosso exemplo de vendas: a capacidade de vender com sucesso é fundamental, mas é apenas um dos fatores que faz uma pessoa estar apta ao trabalho de vendas.

Herb Greenberg é fundador e CEO da Caliper

O ingrediente secreto

Por Tatiana Reis

1 quilo de networking
2 xícaras de idiomas
1 colher de bagagem cultural
Estudo a gosto
Cobertos com calda do “ingrediente secreto”

Existem milhares de receitas de sucesso profissional. Algumas contam com a sorte, outras contam com cursos no exterior e há aquelas que uma boa experiência faz toda a diferença. Independente da receita, o “ingrediente secreto” precisa coroá-la para que as coisas deem certo e o sucesso realmente venha.

Qual seria esse ingrediente para você? Para te ajudar a desvendar, pense em pessoas que você considera que tiveram sucesso em suas carreiras e o que as diferencia dos outros.

Enquanto você pensa, vamos falar mais sobre o “ingrediente secreto” visto de outra maneira, de dentro para fora, afinal, quando eu cito acima idiomas, networking e estudos, isso tudo vem de fora para dentro, ou seja, nós buscamos apoio que nos sustente em algo que preencha os requisitos do tal “ingrediente”. Está ficando confuso? É que nós mesmos insistimos em ser confusos e cheios de mistérios, talvez seja por isso que o ingrediente seja secreto, e o que está lá dentro, só nós sabemos.

Sabe o que te faz levantar cedo para ir trabalhar, ou ficar até mais tarde, ou dá uma satisfação imensa de dever cumprido com sorriso no rosto? É a paixão!!! Esse é o nosso “ingrediente secreto”!!! E saber pelo que nós somos apaixonados ou o que move nosso coração nem sempre é tarefa fácil.

Eu vejo pessoas escolhendo suas profissões ou desafios profissionais como se fosse um jogo de War. Elas montam suas estratégias, colocam como meta um bom salário ou a garantia de emprego e saem à caça. Desculpa, mas isso não é para mim (nem com o bom salário me pagando uma boa terapia). Se não tiver paixão, ou melhor, se não tiver essa emoção, eu vou me desestimular. E isso é fato!

Daí você pode me dizer que conhece alguém que odeia o que faz mas é bem remunerado e está feliz. E nessa hora eu apelo de novo à paixão, porque, na minha opinião, para isso dar certo, é muito paixão… …pelo dinheiro, oras!

O que aquece o teu coração e faz os teus olhos brilharem? Faça uma autoanálise e tente desvendar a sua paixão. Só não vou ser “Poliana” a ponto de dizer que as outras coisas se ajeitam depois disso, mas vamos torcer que a sua paixão também possa te trazer bons rendimentos e, neste caso, repita a receita sem moderação.

Por Tatiana Reis, Coordenadora de Novos Negócios & Marketing da Caliper e apaixonada por ideias, pessoas e desafios.

Eu – uma Millennial – meus problemas com a disciplina e as resoluções

Por Karen Ogassawara

disciplina
substantivo feminino

1.
obediência às regras, aos superiores, a regulamentos.
“d. militar”

2.
ordem, regulamento, conduta que assegura o bem-estar dos indivíduos ou o bom funcionamento (p.ex., de uma organização).
“é essencial a d. dentro de um hospital”

Se você é da Geração Y ou posterior, ao ler uma definição destas o desânimo toma conta do seu corpo e da sua mente, fazendo-o ignorar o assunto e pular para algo mais estimulante, uma novidade qualquer que desvie seu foco para que se veja livre da famigerada “Dona Disciplina”.

Quando eu penso em uma identidade para a “Dona Disciplina” imagino uma senhora magricela, com cabelos curtos, óculos “fundo de garrafa”, roupas em tons sóbrios e uma expressão de amargura e frustração enquanto passa o sermão para alguém segurando um chicote.

Disciplina é um conceito tão enfadonho que, em geral, aqueles que conseguem incorporar tal prerrogativa tornam-se sádicos. Sim! Eles sentem prazer em ficar balançando aquele chicote, dissertando sobre a importância em seguir regras e obedecer à hierarquia. Isso acontece porque precisam vingar-se do sofrimento causado por esta opressão – que hoje aplicam – quando eram jovens almas criativas e idealistas.

Bem, o fato é que nós crescemos com uma apropriação equivocada do conceito de disciplina, nos disseram que ela era importante, empurraram-na “goela abaixo” e não explicaram o porquê ou como ela afeta nossas vidas em um âmbito particular.

Então vamos esquecer a “Dona Disciplina” e imaginemos uma pessoa descolada e vibrante, contando como alcançou seus objetivos na vida de forma leve e agradável, seguindo um planejamento fluidicamente e dançando com as regras do mundo factual em que vivemos. Vamos chamar este personagem de “Mr. Joy Pleasure”.

De acordo com a filosofia de Joy, estabelecer objetivos e seguir um planejamento, não significa que você já sabe tudo o que vai acontecer em seu percurso, com frequência isso é o que nos desmotiva, porque gostamos de novidade, variedade de viver intensa e plenamente, vibrando com as surpresas da vida. O problema é que existem surpresas boas e outras nem tanto e as surpresas desagradáveis geralmente não são frutos da casualidade, mas consequências de atos impulsivos ou mal planejados.

Planejar não é vivenciar! Planejar é definir um percurso para que você vivencie suas experiências da melhor forma possível em direção aos seus objetivos e para seguir um planejamento, faz-se necessária a autodisciplina. Então não se engane – desistir antes de começar é preguiça, desistir antes de terminar é perder a oportunidade de vivenciar, experimentar, adquirir bagagem. Pois, embora nossa geração ache que já nasceu sabendo tudo, ainda não vivemos nada e se continuarmos a deixar nossa atenção pular de “galho-em-galho”, continuaremos a viver no mundo das ideias e pior: em alguns anos, em vez de termos um chicote balançando em mãos para os mais jovens, seremos velhos frustrados e chorões culpando “a cultura retrógrada e empoeirada” por não termos alcançado o objetivo de conquistar o mundo – sem mover uma palha – pois nosso alto potencial foi sufocado por aquela senhora magricela, com óculos “fundo de garrafa”.

Venho descobrindo que a autodisciplina tem tudo a ver com a independência em todas as suas dimensões: financeira, emocional ou intelectual. Evidentemente, é necessário estar preparado para emancipar-se em todos os sentidos, principalmente no que diz respeito a culpar o sistema pelo próprio insucesso, seja ele o econômico, familiar, organizacional, educacional… whatever! Eu sou responsável pelo caminho que traço em minha vida e ninguém mais. A vida não é um mar de rosas o tempo todo, mas quando você aprende a escalar os espinhos, saberá apreciar o perfume das pétalas de forma inédita.

Sejamos como o Mr. Joy, que não ficou à mercê das circunstâncias, conquistou tudo a que se propôs e ainda se divertiu, apenas com a coragem de viver cada passo, planejado, sem presumir que já sabia como se sentiria em cada experiência!

Karen Ogassawara
Psicóloga, nascida no ano em que o Macintosh foi lançado e as eleições diretas foram rejeitadas no Brasil. Jovem indisciplinada, em processo de resignação por ter entendido que não se tornou cientista da NASA por falta de planejamento / execução e não porque as pessoas se recusaram a reconhecer seus talentos e potencial inerentes.

Minnie, a líder!

Quem convive ou já conviveu com crianças sabe do poder de repetição sem fim de desenhos, histórias e músicas preferidas. E quem convive recentemente, tem uma relação de amor e ódio com a Galinha Pintadinha, Peppa Pig e derivados. A boa notícia é que são ondas que vem, repetem, repetem, repetem, repetem (…) e vão.

A minha menina está quase completando o seu terceiro ano e agora está em uma onda de “A loja de laços da Minnie”! O Youtube me disponibiliza apenas 6 episódios em um total de 18 minutos que são repetidos incessantemente toda vez que a Minnie fala que “não há nada como trabalhar com laçarotes”. Tenho que confessar que por enquanto, tive a sorte de não assistir nenhum episódio inteiro, mas eu escuto todos eles e não tem como não pensar em quais lições a Minnie está passando para minha filha, afinal ela é uma empreendedora, com sua loja, seus colaboradores, clientes e problemas e que ama o que faz.

A Minnie ensina que de todo problema você pode tirar uma lição, que todos da equipe sempre têm algo a colaborar, que algumas ideias inovadoras podem parecer estranhas em um primeiro momento mas depois podem se tornar eficientes e que mantendo a calma, ouvindo todos e, às vezes, tomando atitudes inusitadas, os bons líderes conseguem percorrer uma estrada de sucesso.

Se a minha filha estiver assimilando isso, a Minnie pode continuar se repetindo. O mundo ainda está carente de bons líderes. Aliás, não só de bons líderes, o mundo está carente de quem entenda o poder dessa função, seja no papel de liderança ou de liderado.

Quando falamos em características natas de liderança, são essas da Minnie. Aquelas que para nós é tão comum e faz tanto sentido que não haveria outra razão para não agir que não fosse delegando tarefas, dando créditos e confiança aos membros da sua equipe, distribuindo os louros, incentivando o crescimento e até revelando novos talentos (a Minnie deixa as sobrinhas dela testarem sua criatividade para a elaboração de laços diferentes).

E nós, a que lições estamos nos expondo e, não só isso, estamos dispostos a absorvê-las? E a equipe? E o seu chefe? A Minnie mesmo já revelou que podemos aprender muito com os nossos problemas (a vida já tinha me feito ver isso de forma mais dolorosa), então como os problemas da sua equipe estão sendo tratados para serem resolvidos e, enfim, virarem uma história de superação?

Pense em tudo isso e lembre-se que liderar é INSPIRAR e amar o que faz. Afinal não há nada como trabalhar com laçarotes.

UPDATE: Eu já tinha postado o artigo e a minha filha acabou de demonstrar que está SIM assimilando as lições. Agradeci a ela a ajuda para organização do seu quarto e disse que nós montamos uma boa equipe, ela completou: “Igual a Dora!”. Ficam aí duas sugestões de bons desenhos para a criançada! =)

Por Tatiana Reis, Coordenadora de Novos Negócios & Marketing da Caliper.

Como contratar e desenvolver seu próximo super-herói

No filme da Marvel “Os Vingadores: Era de Ultron”, como no “Os Vingadores” anterior, muito do drama surge do conflito entre os heróis. Os vilões estão lá para inspirar as cenas de ação, afinal como seria chato se no filme o Capitão América e o Homem de Ferro decidissem ser melhores amigos  porque eles se entendem muito bem ou o Hulk não tivesse problemas de controle da sua raiva? Tudo que nós teríamos seriam duas horas e meia de explosões e combates aéreos.

Qualquer bom escritor entende o valor dramático de jogar personalidades contrastantes para a mesma história. Você não precisa de um relatório do Perfil Caliper para saber que Tony Stark tem excesso de força do ego e criatividade, Bruce Banner exprime uma agressividade exacerbada e Steve Rogers gosta de arriscar-se (a Caliper não coleta dados em Asgard, por isso não podemos falar sobre Thor, de forma juridicamente defensável). Se a S.H.I.E.L.D. fosse um cliente Caliper e usasse nossas avaliações de seleção para encontrar a combinação certa de personalidades de super-heróis, os Vingadores provavelmente seriam uma equipe mais eficiente, embora o filme seria certamente menos emocionante.

Você pode pensar em seus funcionários como super-heróis às vezes, ainda que vestido com roupas casuais de negócios em vez de um vestuário de deus nórdico. Dito isto, você provavelmente prefere manter o nível de drama no mínimo e a produtividade e satisfação no trabalho no máximo.

Usar uma avaliação de seleção cientificamente validada como o Perfil Caliper é uma boa maneira para começar a trabalhar em direção a esse objetivo. Uma boa ferramenta de avaliação pode ajudá-lo a identificar os candidatos a vendedor que tenham orientação para os resultados e atributos de comunicação para chegar lá, conhecer os clientes e fechar negócios; os coordenadores com criatividade, habilidades de raciocínio e dinâmica de gerenciamento de projeto para trazer soluções de negócios complexas dos clientes para a vida; e o pessoal de apoio com bom atendimento e motivação do cliente-serviço para suavizar quaisquer obstáculos ao longo do caminho e amarrar as pontas administrativas soltas.

A avaliação de seleção também é útil para identificar potenciais oportunidades de treinamento para seus candidatos. Você pode descobrir que seu candidato favorito para Administrador de Contratos tem o foco a detalhes e habilidades analíticas que você necessita, mas precisa de ajuda com a gestão do tempo. A acessibilidade desses dados o coloca em uma vantagem quando se trata de onboarding e formação, porque você já sabe quais os desafios que enfrentará.

Claro, existem limitações na seleção de emprego para os super-heróis. Nem mesmo uma ferramenta de avaliação comprovada como o Perfil Caliper pode avaliar a propensão de um candidato se transformar em um monstro verde ou a sua habilidade em empunhar um martelo mágico que ninguém mais pode levantar. Mas você pode apostar que a S.H.I.E.L.D. tem um quadro operacional de “não-super-heróis” bem grande para manter a coisa toda à tona, sem falar nos navios de guerra voadores e bases subterrâneas.

E depois há a equipe jurídica. Você vai querer algumas pessoas que não se importam de dedicar algumas horas extras para consertar tudo legalmente.

Por Eric Baker, Serviço ao Cliente da Caliper EUA.