A importância do coaching em momentos de crise

coaching

Manter a motivação dos colaboradores é uma tarefa fundamental e, ao mesmo tempo, complicada em tempos de crise, como é o caso da pandemia do novo coronavírus. Mudanças repentinas de processos, de comportamentos e novas expectativas sobre o desempenho da equipe podem desencadear uma crise interna se não forem bem gerenciadas por líderes habilidosos.

O processo de coaching se mostra mais interessante do que nunca nesses períodos. O principal objetivo é auxiliar o profissional a fazer mudanças significativas em sua vida, pessoal e profissional, inspirando-o a maximizar seu potencial em diversas áreas. Em momentos de crise, o coaching visa o desenvolvimento do colaborador para se adaptar a novas mudanças, mantendo e, até melhorando, o seu desempenho frente aos novos desafios.

Sem dúvida, o papel mais importante durante períodos de crise é o do líder. Um bom líder é aquele que, além de direcionar, possui destreza para identificar os momentos de dificuldade da sua equipe, sensibilidade para orientá-la e capacidade de ponderar as diversas possibilidades de ação. 

Esse líder, chamado de Líder Coach, é um profissional dedicado aos resultados, aos meios pelos quais os alcança e, essencialmente, às pessoas que compõem sua equipe. Essas características podem significar o sucesso da sua empresa durante crises internas e externas, bem como o fracasso, quando em falta.

Benefícios do coaching para líderes

Durante o programa, são estabelecidas metas individuais e fornecidas ferramentas de apoio ao coachee para colocá-las em prática. “Partindo da avaliação de pontos fortes e daqueles a desenvolver, o consultor Caliper estará apto a sugerir, juntamente com o coachee, competências e comportamentos a serem trabalhados no programa de coaching, que levem ao aprimoramento de habilidades capazes de auxiliar o indivíduo em seu desenvolvimento profissional”, afirma José Geraldo Recchia, psicólogo, coach e sócio da Caliper Brasil.

A Caliper utiliza informações sobre o desempenho do profissional, juntamente com informações levantadas sobre o seu potencial por meio do Perfil Caliper, um teste que avalia 22 traços de personalidade.

O programa contribui para identificar a lacuna entre performance atual e a desejada, bem como o alinhamento com as metas da empresa. 

O coaching é uma evidência do comprometimento da empresa no desenvolvimento do seu capital humano e que visa alto desempenho com alto retorno assegurado. Com o decorrer do tempo, além do crescimento do profissional que passa pelo processo, o trabalho da equipe melhora substancialmente, além de auxiliar no resultado dos negócios e no desenvolvimento e retenção de talentos na organização.

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Crise pós-pandemia: consequências em nossa maneira de trabalhar

carreira pós-pandemia

O mundo corporativo já passou por diversas crises, desde 1929, com a crise mundial do petróleo, até 2008, com a crise do setor imobiliário. Porém, nenhuma foi tão imprevisível para as empresas quanto a crise que estamos passando hoje, causada pela pandemia da COVID-19.

As normas de quarentena e isolamento social forçaram empresas a reformularem seus processos em pouquíssimo tempo. Em apenas alguns dias, equipes inteiras foram transferidas para o home office, escritórios ficaram desertos e as relações comerciais tomaram diferentes caminhos. Neste cenário estão empresas pequenas, médias, grandes e até multinacionais. 

Mas em meio a todas as incertezas que vieram com essa crise, uma certeza existe: nossa maneira de trabalhar nunca mais será a mesma. O isolamento social está sendo responsável por criar novas dinâmicas, inclusive profissionais, que perdurarão mesmo após a pandemia, e muitas delas podem ser extremamente positivas, tanto para empregados quanto para empregadores.

O trabalho remoto e a nova gestão de tempo talvez sejam as mudanças mais palpáveis e imediatas. Estes modelos, comuns em startups, mas ainda muito inovadores para empresas mais conservadoras, exigem mudanças de comportamento de todos os lados: chefes, gestores, donos e colaboradores. 

A microgestão, na qual o chefe acompanha todos os passos do funcionário, não se aplica mais nesse cenário e, consequentemente, traz mais autonomia e liberdade para todos. Essa mudança de comportamento não é rápida, principalmente para gestores à moda antiga, que podem sentir que estão perdendo o controle sobre suas equipes. 

A confiança e a comunicação são bases para que esse relacionamento funcione de maneira eficiente, sem que seja necessário ligações inesperadas ou reuniões diárias para comprovar que o colaborador está mesmo trabalhando. 

A cultura da comunicação clara e transparente também se torna mais necessária do que nunca. Em um momento de crise, não é possível continuar priorizando apenas lucros, mas também o bem-estar das vidas que compõem uma empresa. Essa característica, presente nas gerações mais novas, de querer trabalhar para si, com um propósito, e não apenas para gerar ganhos à empresa, ganha espaço num momento em que cada um entende o impacto de suas atividades dentro de uma organização.

Os modelos de autogestão e liderança autônoma, já presentes na cultura startup, começam a ganhar força nos modelos mais tradicionais. Isto implica, também, em uma relação sólida de confiança. Os horários fixos perdem o sentido, o que importa no final é a entrega do colaborador. Uma nova gestão do tempo predomina, na qual vida pessoal e profissional andam mais juntas do que nunca, e não é preciso esperar chegar em casa para resolver assuntos pessoais.

Necessidade de adaptação

A adaptação ao novo cenário não será de uma hora para outra.

Muitas empresas estão enfrentando dificuldades em relação aos processos internos, aos perfis comportamentais dos colaboradores e na habilidade de desaprender e reaprender.  

São as pessoas que farão a diferença na recuperação e na retomada das atividades pós pandemia, que precisam ser ainda mais valorizadas. Os gestores mais do que nunca precisam conhecer profundamente a dinâmica comportamental de cada profissional e da equipe como um todo, visando potencializar essas características, garantindo a preservação dos negócios e resultados.

A capacidade de autogestão é uma característica que pode ser mais forte em algumas pessoas do que em outras, bem como a capacidade de adaptação, resolução de problemas, senso de prioridade e boa gestão do tempo. Em cenários incertos e de mudanças repentinas, são esses colaboradores que se destacam e ganham força no mercado de trabalho.

O Perfil Caliper ajuda a sua empresa a identificar e desenvolver estes profissionais. Ao final de 98 perguntas, o candidato é perfilado em 22 traços de personalidade, 245 comportamentos, 49 competências profissionais, distribuídas em 7 dimensões: Liderança, Comunicação Ativa, Dinâmicas Interpessoais, Processo Decisório, Resolução de Problemas, Gerenciamento de Processos e Autogestão.

O Perfil Caliper pode ser preenchido online, respeitando as novas normas de isolamento social, e fornece informações claras e objetivas sobre os pontos fortes de um indivíduo, limitações, motivações e potencialidades. 

Aproveite esse momento para conhecer melhor sua equipe. Saiba mais sobre o Perfil Caliper

Dicas para gestão de equipes em home office

gestão em home office

Devido à quarentena imposta para controlar a Pandemia do Novo Coronavírus, muitas empresas não viram outra solução a não ser migrar as equipes para o home office. Esse estilo de trabalho remoto, no qual cada um trabalha na sua própria casa, pode ser um desafio para líderes e gestores de equipe. Afinal, como saber o que está sendo produzido e manter a eficiência dos colaboradores?

Para te ajudar a enfrentar mais esse desafio, a Caliper separou algumas dicas de gestão de equipes em home office. Confira:

Prepare a sua equipe

Para que o trabalho remoto seja eficiente, é necessário que a empresa forneça todos os materiais necessários no dia a dia do colaborador, desde computador, internet até licença de softwares. Deixe claro qual será o meio oficial de comunicação e verifique se todos têm possibilidades e condições de continuar realizando seus trabalhos.

Entenda sua TI

Descubra quais são suas limitações tecnológicas para montar uma equipe remota, o que você pode resolver e onde precisa ser criativo. Como serão feitas as ligações comerciais? E o acesso ao servidor da empresa, como será feito? Todas essas questões precisam ser resolvidas o mais rápido possível para que sua equipe possa continuar produzindo normalmente.

Defina as expectativas 

Certifique-se de que os gerentes, equipes e indivíduos tenham um entendimento claro das novas expectativas de trabalho em home office: você fará check-ins diários em vídeo? Eles enviarão a agenda diária todas as manhãs? Qual será o método padrão de comunicação? Estabeleça regras e expectativas com antecedência para que todo mundo possa estar preparado e ninguém seja pego de surpresa. 

Comunique-se

Os colaboradores precisam que o líder sinalize como as coisas devem funcionar. Portanto, mantenha as linhas de comunicação abertas – pois haverá muitas perguntas – e esteja sempre pronto para respondê-las. Lembre-se, todos estão se adaptando a esse novo modelo de trabalho.

Mantenha sua equipe engajada

A solidão pode ser um grande problema em tempos de trabalho remoto e aqueles que não estão acostumados a ficar em casa todos os dias podem encontrar dificuldades nesta transição. O isolamento é difícil, portanto, consulte regularmente seus colaboradores para garantir que suas necessidades estão sendo atendidas, mesmo à distância. Continue suas conversas regulares, peça que participem de reuniões por vídeo para que possam ver seus colegas de trabalho e discuta os obstáculos que estão enfrentando mesmo fora do escritório.

Encare como se esse período fosse permanente

Neste momento, infelizmente ninguém sabe ao certo quanto tempo as coisas vão durar, mas alguns cientistas acreditam que podemos ficar confinados em casa por alguns meses. E é provável que isso promova uma mudança duradoura na maneira como trabalhamos. Tome decisões que são sustentáveis ​​e escalonáveis ao invés de procurar uma solução rápida. Ao tratar isso como se fosse a longo prazo, você tomará decisões comerciais mais sólidas hoje e obterá melhores resultados amanhã.

Enquanto isso, aproveite a oportunidade para entrar em contato com seus funcionários. Motivação, consistência, resiliência e comunicação clara são fundamentais para o sucesso durante esse período.

Resiliência em tempos de crise

resiliência em tempos de crise

A pandemia do novo agente do coronavírus, Covid-19, colocou a população diante de diversas situações adversas e inesperadas: quarentena, demissões, cancelamentos de contratos, possibilidade de fechamento de empresas, trabalho remoto, paralisação de aulas e, em algumas cidades, restrição do direito de ir e vir livremente.

Para muitos, essas mudanças vêm acompanhadas de muito estresse, angústia e ansiedade. O isolamento social e as incertezas sobre a crise que assola o mundo inteiro contribuem para o sentimento de impotência frente a um problema que ainda não sabemos como resolver e, muito menos, prever as consequências.

Mais do que nunca, esse momento pede resiliência por parte de todos para que a vida continue seguindo o mais próximo possível da normalidade. Nós, da Caliper, sabemos que não é tão simples assim, por isso, separamos algumas dicas para você conseguir se manter resiliente mesmo em tempos de crise.

O que é resiliência?

Originalmente, a resiliência é uma propriedade da matéria física, na qual alguns corpos apresentam a habilidade de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica.

De acordo com o dicionário, no sentido figurado e adaptado para ser um adjetivo, ser resiliente significa ter capacidade de se recompor ou de se adaptar facilmente frente a situações adversas. 

Consideramos uma pessoa resiliente quando ela apresenta otimismo mesmo quando enfrenta problemas pessoais ou profissionais. Esses indivíduos não se deixam abater facilmente e estão sempre em busca de soluções criativas para dar a volta por cima e enfrentar obstáculos. 

Em momentos de crise, como o que estamos passando agora, essa característica se mostra de extrema importância e fundamental para atravessar o momento da melhor maneira possível.

Como se manter resiliente em meio à crise e isolamento social?

A quantidade de informação que é absorvida diariamente, junto com o isolamento social e a falta de perspectiva de volta à normalidade, podem enfraquecer a resiliência que existe dentro de cada indivíduo, mesmo naqueles que se mostram extremamente otimistas e inteligentes emocionalmente.

Um dos principais pontos de atenção para manter a resiliência em tempos de isolamento é a organização, tanto pessoal quanto profissional. A pandemia fez com que muitas empresas adotassem o home office como modelo de trabalho temporário e, com isso, as rotinas acabam se misturando ainda mais. Por isso, é fundamental que seus compromissos pessoais não fiquem em segundo plano e nem sejam “engolidos” pelas tarefas do trabalho.

O que você costumava fazer depois de um dia normal? Lia um livro, via um filme, praticava exercícios? Essas atividades devem continuar presentes no seu cotidiano mesmo durante a quarentena, pois elas são responsáveis pelo seu relaxamento e prazer.

Mas se você está em quarentena e sem a possibilidade de home office, o ócio pode tornar o momento ainda mais complicado. Nesses casos, procurar outras atividades prazerosas é fundamental para combater a ansiedade e a sensação de tédio, que contribuem para o surgimento de pensamentos pessimistas e para o desequilíbrio emocional. 

Pratique o conceito de mindfulness

O conceito de mindfulness, derivado de benefícios comprovados de atividades como a meditação tradicional, consiste na apropriação de uma série de práticas a fim de melhorar o estado mental do praticante. Assim, a pessoa que aplica o mindfulness em sua vida tende a estar “presente no agora”, mais concentrada nas suas atividades, experiências, sentimentos e sensações do presente.

Esse exercício mental também ajuda a combater sinais de estresse e ansiedade, que podem ser desencadeados pelo isolamento social, pela pressão por resultados ou até mesmo pela grande quantidade de informação que recebemos diariamente. 

O primeiro passo para atingir esse estado mental é se concentrar no momento presente, saindo do automático, se livrando de distrações e pensamentos paralelos. Para estar no aqui e no agora, podemos adotar medidas simples e concretas, sendo a principal delas o controle da respiração. Respirar lentamente, inflando o peito e o diafragma e expirando de forma lenta pela boca, costuma trazer sensação de calma e concentração.

Exercite sua inteligência emocional

Ser resiliente significa ter a capacidade de superar problemas e adversidades com o mínimo possível de perdas ou sofrimento, sem comprometer a capacidade de tomada de decisão, do bom senso e equilíbrio na condução dos diversos temas de forma serena, assertiva e superando obstáculos. Tudo isso demanda uma alta inteligência emocional.

A inteligência emocional nada mais é do que a compreensão de como as emoções ocorrem dentro de nós e dentro das pessoas que nos cercam. Mas esse conceito vai além dessa concepção geral: a partir desse processo, a inteligência emocional envolve a seleção das melhores formas de se agir considerando esse autoconhecimento e o contexto.

Portanto, é essencial destacar que a inteligência emocional não significa nem se resume em controlar o surgimento das emoções: isso, ao menos de forma direta, é impossível. Assim, a chave para a inteligência emocional se encontra na compreensão dos sentimentos para, a partir daí, escolher racionalmente as melhores formas de se agir.

Mantenha-se em contato com o mundo exterior

Sabemos que o momento é de reclusão e cuidado, mas o isolamento social pode desencadear diversos problemas de saúde, como ansiedade e até depressão. Se as notícias sobre a pandemia do novo coronavírus estão tendo um efeito prejudicial em sua saúde mental, não tenha receio de se afastar. Nesses momentos, a mente é tão importante quando o corpo, e preservá-la é fundamental. 

Mesmo sem sair de casa, você pode – e deve – manter contato com pessoas que te fazem bem e que são importantes para você. Essa é a hora de aproveitar todos os benefícios das redes sociais, dos aplicativos de mensagens e das chamadas por vídeo.

Aproveite também para ler aqueles livros que estavam esquecidos na prateleira, assistir filmes e séries (serviços de streaming oferecem várias opções), arrumar seu guarda roupa ou fazer um spa day em casa mesmo.

Nós, da Caliper, também estamos tentando nos manter resilientes. Juntos, vamos superar essa crise. Conte com a gente!

Melhores práticas para identificar e desenvolver líderes 

A maioria das empresas enfrentam diversas dificuldades, internas e externas: concorrentes, mudanças nas necessidades e preferências dos consumidores, novas tecnologias disruptivas, a procura por profissionais qualificados e a dificuldade para identificar e desenvolver líderes

Embora não seja possível controlar os fatores externos, a empresa pode contratar e desenvolver líderes que manterão a organização saudável, segura e alcançando objetivos estratégicos. Os maus líderes podem ser indecisos ou incapazes de antecipar ou atender às necessidades estratégicas de longo prazo. Os bons líderes, por outro lado, posicionam a empresa para o sucesso, impulsionam a inovação e transformam as organizações em empregadoras que atraem bons talentos.

Conheça 7 práticas para identificar e desenvolver os melhores líderes da sua empresa:

1. Determine os fatores de sucesso: antes mesmo de começar a procurar candidatos, defina o que é necessário para ter sucesso, tanto na função quanto na organização. Se você tiver uma posição de liderança específica a preencher, atualize os requisitos do cargo por ordem de importância. 

Se você deseja reforçar a cultura organizacional da empresa, escolha líderes que se assemelhem a líderes fortes anteriores e atuais. Se você quiser mudar a cultura, contrate pessoas que se alinham com o estado desejado.

2. Determine as necessidades e lacunas organizacionais: como a sua empresa está posicionada no mercado hoje? Talvez você queira ser mais inovador em seu setor e mercado ou precise fortalecer sua cultura de vendas. Procure pessoas que possam preencher essas lacunas e trazer equilíbrio.

3. Colete dados: se currículos, referências, entrevistas e outras formas tradicionais de rastrear os candidatos funcionassem efetivamente, métodos de avaliação e análise de pessoas não existiriam.

Com uma abordagem focada em dados, todos os candidatos, internos e externos, são avaliados com os mesmos critérios e objetivos, e a empresa obtém as informações necessárias para ver quais candidatos têm potencial para preencher lacunas organizacionais. 

4. Identifique High Potentials: as empresas geralmente olham para dentro de suas estruturas, percebem a falta de liderança e escolhem trazer pessoas de fora para mudar as coisas. Às vezes, isso é necessário, mas não ignore a oportunidade de explorar os high potentials que já estão a bordo. 

É provável que você identifique e desenvolva líderes que, naquele momento, estão em tarefas aquém de suas capacidades. 

5. Desenvolva pontos fortes: as organizações geralmente adotam uma abordagem de busca pelos “maiores sucessos” na pesquisa de candidatos. Em outras palavras, elas querem escolher todas as qualidades desejáveis ​​e depois se perguntam por que não conseguem encontrar o candidato certo.

É improvável que um visionário decisivo que conduz à inovação seja bom na implementação de um projeto, assim como a pessoa que demonstra forte impacto e influência pessoal provavelmente não será tão eficaz em termos de supervisão operacional e administração. Até certo ponto, você pode compensar deficiências, mas não pode “consertar” a personalidade de alguém. 

6. Invista em Treinamentos: é excessivamente otimista, se não ingênuo, contratar alguém com boa aparência em um perfil aparentemente ideal e assumir que apenas suas forças intrínsecas o elevarão ao status de melhor desempenho.

Os funcionários – líderes e colaboradores individuais – têm melhor desempenho e são mais engajados e produtivos quando acreditam que a administração investe em seu sucesso, por isso, invista em treinamentos corporativos e processos de onboarding para integrar sua equipe. 

7. Forneça desafios do mundo real: metas de expansão e outras práticas comuns de desenvolvimento costumam servir para agradar gerentes em vez de realmente ajudar novos líderes a crescerem. 

Se possível, monte uma equipe multifuncional de novos líderes e ofereça a eles um obstáculo aos negócios do mundo real. Os colaboradores experimentam um crescimento acelerado quando trabalham em uma situação que se assemelha a um grupo executivo e se beneficiam de uma diversidade de ideias e perspectivas. 

Identificar e desenvolver líderes não é uma tarefa fácil para os gestores. Há muita pressão e busca do equilíbrio certo entre quando fornecer suporte e quando recuar, mantendo a consciência de objetivos organizacionais mais amplos. Porém, incorporando uma abordagem focada em dados, consistência duradoura e seguindo um sistema sólido de práticas recomendadas, você pode ajudar a posicionar os colaboradores e organização para obter sucesso a longo prazo.

Como evitar o turnover na equipe de vendas 

A taxa de turnover na equipe de vendas costuma ser até três vezes mais alta do que em outras áreas da empresa, de acordo com dados do Hubspot. Muitos fatores são responsáveis ​​por esse número, mas os principais são o esgotamento mental e a falta de motivação dos colaboradores. 

Para combater essa rotatividade, é fundamental investir em recursos que vão além da boa contratação para vendas. Segundo Brunna Veiga, gerente de desenvolvimento organizacional da Caliper, garantir que os colaboradores mantenham o engajamento, a resistência e saibam explorar os seus traços de personalidade contribui para a eficácia das vendas e, consequentemente, traz melhores resultados.

Confira alguns fatores que influenciam na alta taxa de turnover na equipe de vendas e algumas soluções para implantar na sua empresa.

A liderança é fundamental

Até o vendedor perfeito precisa saber que seu gerente está investindo nele. Os colaboradores precisam de ajuda para entender e manter suas motivações, desenvolver suas competências e seu estilo de trabalho. Sem uma liderança inspiradora até os melhores profissionais podem se sentir desmotivados e acabar desistindo da posição.

Cuidado com a Síndrome de Burnout

Os vendedores de alto desempenho costumam dar o melhor de si para atingir metas pessoais e coletivas, muitas vezes ignorando sinais de estresse e cansaço em benefício da empresa. Por isso, é responsabilidade da liderança identificar pessoas em risco de esgotamento e intervir antes que isso se torne um problema mais grave, como um quadro depressivo ou síndrome de burnout.

Estabeleça metas claras e mensuráveis ​​

Ter pequenas metas no dia a dia ​​permite que seus colaboradores se sintam produtivos e bem-sucedidos, mesmo durante períodos de indecisão ou longos ciclos de vendas. Celebrar pequenos sucessos ao longo do caminho mantém o ânimo do time elevado.

Folga e bônus

A motivação também pode ser trabalhada com incentivos financeiros ou com folgas, principalmente após uma época de vendas movimentada.

Invista na sua equipe 

Ofereça à sua equipe oportunidades para aprimorar habilidades e aprender novas metodologias para atingir todo o seu potencial. Demonstrar que você está comprometido com a excelência deles deixará a equipe mais engajada e motivada.

Conheça os treinamentos corporativos da Caliper para aplicar em sua equipe no momento oportuno.

A importância da inteligência emocional no setor de vendas 

A cada dia, o termo inteligência emocional vem sendo mais usado no mundo corporativo quando se trata do gerenciamento de carreiras. Em complemento com as habilidades técnicas, a inteligência emocional desempenha um papel essencial no que se refere à interação produtiva no ambiente corporativo e ao alto desempenho, inclusive no setor de vendas.

Além de um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal, os colaboradores com mais inteligência emocional geralmente demonstram maior aptidão para gerenciar o estresse relacionado ao trabalho, reduzindo as chances de desligamento por esgotamento. O processo de compreensão, reconhecimento, aceitação e atuação contra agentes causadores do estresse é o que diferencia os colaboradores com inteligência emocional.

No setor de vendas, as escolhas que um vendedor faz durante períodos estressantes têm impacto no objetivo maior. Um vendedor com alta inteligência emocional será capaz de considerar o melhor curso de ação e antecipar o resultado e seus efeitos sobre todos os envolvidos. A inteligência emocional é uma necessidade para a eficácia das vendas.

Mas a inteligência emocional é um casamento de diversas habilidades sociais que podem ser treinadas entre as equipes de vendas. Essas habilidades trabalham juntas para criar um entendimento mais forte de como as ações de um indivíduo afetam as ações de outros.

Confira as habilidades presentes em um vendedor emocionalmente inteligente:

  • Atenção: estar presente, focado e pronto para executar;
  • Autoconsciência: possuir uma compreensão clara de suas emoções;
  • Autorregulação: avaliando suas emoções para tomar uma decisão mais sábia;
  • Motivação: usando a autoconsciência para fazer escolhas que potencializam a realização;
  • Empatia: explorar a compreensão de suas próprias emoções para entender as dos outros e suas perspectivas;
  • Habilidades sociais: usando sua compreensão dos outros para se relacionar e se conectar.

Como exercitar a inteligência emocional no setor de vendas 

Uma boa técnica para treinar a inteligência emocional é o acrônimo SBNRR, em inglês, que significa: pare, respire, perceba, reflita e responda.

Pare: instrua os vendedores a entender quando parar ou fazer uma pausa em atividades estressantes.

Respire: ofereça aos seus colaboradores a oportunidade de tomar alguns momentos para si mesmos e respirar fundo profundamente quando se sentirem sobrecarregados.

Perceba: ajude sua equipe a entender os estressores que desencadeiam uma resposta emocional e identificá-los com precisão. 

Reflita: incentive os vendedores a refletir sobre porque seus estressores causam uma reação emocional neles e quais são essas reações bruscas. Por que eles acham que isso aconteceu? Que ideias externas você pode fornecer para ajudá-los a associar suas reações às emoções?

Responda: treine seus colaboradores no processo de tomada de decisão que segue a reflexão. Como você age com seus estressores e qual deve ser o resultado? Como você pode facilitar melhores respostas quando eles se sentem estressados? Como vocês podem trabalhar juntos para criar métodos que reconheçam, processem e reajam melhor ao estresse?

Quando se trata de vendas, as habilidades sociais são tão importantes quanto as habilidades necessárias para vender. A inteligência emocional ajuda os vendedores a gerenciar resultados em vez de inventar desculpas pelo que está acontecendo. A confiança aliada com a inteligência emocional significa mais chances de identificar potenciais clientes e seguir em frente, mesmo em situações de vendas perdidas.

Invista na sua equipe! Conheça o treinamento de vendas da Caliper para aplicar em sua equipe no momento oportuno. 

Aprenda a desenvolver resistência mental no seu time 

Cultivar uma boa equipe é uma arte, ou melhor, quase um esporte de alta intensidade. A atenção de um(a) líder deve ser multifocal, capaz de enxergar diversos pontos: o objetivo da empresa, os processos, o produto e, claro, os indivíduos. Por isso, vamos debater algo que ainda está à margem da atenção dos(as) líderes: resistência mental no ambiente de trabalho.

O mundo corporativo é pouco familiarizado com a expressão “resistência mental”, mas outros ambientes, que exigem muito esforço (mental e físico), sabem muito bem do que se trata. 

A resistência mental torna o indivíduo mais consistente e melhor que os seus oponentes ao assegurar maior determinação, foco, confiança e controle sob pressão. Quem cultiva um ambiente de alto estímulo à resistência mental, cria uma atmosfera de pessoas estáveis diante de rejeições, refações e falhas. Consequentemente, as pessoas se tornam mais abertas à autoavaliação e à busca constante por aprimoramento. 

Sejamos sinceros, qual líder não quer criar esse ambiente? Confira algumas estratégias que vão te ajudar a desenvolver resistência mental no seu time:

Ressignifique o contexto: um bom atleta sabe que os obstáculos o ajudam a ser melhor no que faz. Alguém da sua equipe está enfrentando um projeto particularmente difícil? Certifique-se de que eles sabem que esses obstáculos são oportunidades. Eles podem solucionar o problema, aprender novas formas de resolução e aplicar essas lições no futuro. Há uma lição em tudo. 

Comunique-se constantemente: certifique-se de que sua equipe saiba que existe um canal aberto de comunicação. Quando se depararem com obstáculos, incentive-os a dialogar. Deixe claro para o seu time que você está disponível para ouvir. 

Defina metas: dê aos seus colaboradores um objetivo para se esforçar. Ao encorajá-los a alcançar um pouco além de sua zona de conforto, você está instigando um senso de confiança, propriedade e autonomia. 

Construa confiança: criar um relacionamento de apoio entre liderança e liderados é fundamental para criar resistência mental. Quando seus colaboradores sabem que você confia na capacidade deles, eles não se desanimam quando as coisas ficam difíceis. Ter um sistema de suporte ajuda a manter uma confiança inabalável em suas habilidades. Ao promover um ambiente comunicativo e de apoio, em breve você começará a ver as evidências de resistência mental crescendo na sua equipe. Saiba mais sobre o trust building neste artigo. 

Agora você conhece o conceito de resistência mental e os principais traços de personalidade que mostram como essa resistência pode convergir em desempenhos incríveis.


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Treinamentos Corporativos: invista na sua equipe

treinamentos corporativos

Independente do tamanho e do tempo de experiência, as empresas estão constantemente em busca de melhorias na equipe, do crescimento competitivo no mercado e da retenção de seus melhores talentos. 

Nesse cenário, os treinamentos corporativos se mostram como ótimas opções em situações de mudança de equipe ou gerência, decisão por novos objetivos ou como programas de integração entre colaboradores. De acordo com José Geraldo Recchia, diretor e sócio da Caliper Brasil, os treinamentos também podem ser usados como parte da estratégia para alcançar as metas estabelecidas pela empresa, sejam elas de aumentar os lucros, diminuir a rotatividade dos funcionários, conquistar ou fidelizar clientes e fornecedores. 

Como escolher o treinamento corporativo certo? 

Antes de contratar um treinamento para sua equipe, é necessário avaliar alguns pontos que indicam qual a melhor opção:

  1. Estabeleça metas por prioridade. Em 2020, qual o principal objetivo da organização? 
  2. Identifique quais são os obstáculos até esse objetivo: pode ser falta de qualificação da equipe responsável, problemas de integração entre colaboradores e gerência ou até a alta rotatividade em cargos estratégicos;
  3. Depois de identificar o problema, reflita se um treinamento corporativo pode ajudar a resolvê-lo. Muitas vezes a dificuldade pode estar na motivação pessoal ou na integração dos responsáveis;
  4. Se a conclusão for que os colaboradores e a empresa podem se beneficiar de um treinamento, chegou a hora de escolher a opção mais adequada aos seus objetivos.

Confira os treinamentos corporativos oferecidos pela Caliper e descubra qual deles se encaixa na atual situação da sua empresa. 

Treinamento de Vendas

Com o objetivo de aprimorar o desempenho de equipes comerciais e, assim, trazer melhores resultados financeiros, o Treinamento de Vendas da Caliper foca no desenvolvimento de cada profissional. Por ser personalizado e montado com base nas informações do Perfil Caliper, ferramenta que auxilia na compreensão dos pontos fortes e dos motivadores dos profissionais, a equipe recebe um treinamento com foco nas suas principais necessidades, tendo em vista o aumento da qualidade e do volume de vendas. 

Treinamento de Liderança – Action Learning 

O Treinamento de Liderança da Caliper envolve os participantes na execução de um projeto organizacional. O treinamento consiste em proporcionar a oportunidade de desenvolver o trabalho ao mesmo tempo em que se aprende, promovendo a discussão sobre situações críticas do negócio e a aplicação prática das técnicas aprendidas em benefício da organização, tudo isso sob a supervisão de um coach especialista da Caliper e utilizando técnicas de Action Learning.

Comunicação com Presença

O Treinamento de Comunicação com Presença é destinado a pessoas que vendem ideias, projetos, produtos ou serviços no seu dia a dia e querem aumentar o seu poder de influência. 

A comunicação está sempre na lista das principais competências que precisam ser aprimoradas nas organizações. A falta ou inabilidade pode fazer com que negócios deixem de ser fechados, equipes e chefes não se integrem corretamente, colaboradores se sintam “invisíveis” e diversos outros problemas que podem causar a alta rotatividade dentro da um setor. 

Excelência no Atendimento

A Caliper desenvolveu o Treinamento de Excelência no Atendimento a partir do estudo científico que demonstra o impacto do perfil de cada participante da equipe de atendimento nos resultados gerados. 

Alinhar as potencialidades da sua equipe a partir de exercícios eficientes de comunicação se torna cada vez mais fundamental para apresentar um atendimento de excelência. Por isso, este treinamento começa com a avaliação do perfil de cada integrante para construir um perfil de equipe. A partir dessa estrutura, aplica-se o programa de treinamento customizado às necessidades e realidades de atendimento do seu negócio. 

Melhores Práticas em Gestão de Equipes 

O Treinamento em Melhores Práticas em Gestão de Equipes foi idealizado para que líderes conheçam seu time, e usem esse conhecimento para extrair o melhor de cada membro, alcançando resultados melhores e mais duradouros.

Uma equipe de sucesso atende e supera seus objetivos, criando novas oportunidades de negócio, mantendo o engajamento de seus membros e aproveitando talentos individuais para o bem comum.

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Linkedin Top Voices: o presente e o futuro do mercado de trabalho

linkedin top voices 2019

Ter um perfil bem atualizado no LinkedIn deixou de ser uma opção há muito tempo quando pensamos em personal branding e maior contato com oportunidades de emprego. Mas é preciso superar de vez a ideia de que o seu perfil é, pura e simplesmente, um currículo digital. O LinkedIn é, por essência, uma rede social de networking e deve ser usada como tal e a seu favor.

A Caliper acompanha de perto as tendências do mercado e, principalmente, as pessoas que pensam, escrevem e dialogam sobre o presente e o futuro do capital humano nas organizações.

Por que não começar a valorizar mais o networking no LinkedIn em 2020? Um dos primeiros e mais importantes passos é acompanhar as discussões que mais movimentam a rede social. Debates que são liderados por pessoas que se propõem à atividade contínua de provocar inquietações em relação aos temas urgentes do mercado de trabalho.

Por isso, a Caliper traz aqui os nomes que se tornaram LinkedIn Top Voices em 2019, para que a sua timeline em 2020 seja repleta de insights, artigos e debates sobre mercado de trabalho, cultura organizacional e tendências que moldam o ambiente corporativo.

Confira os LinkedIn Top Voices:

Alice Salvo Sosnowski: jornalista, consultora e professora de empreendedorismo

Principais assuntos: carreira, empreendedorismo e universo das startups são temas recorrentes de suas publicações. 

Artigo sugerido: Autoconhecimento é a chave do sucesso pessoal e profissional

Junior Borneli: fundador da StartSe

Principais assuntos: gestão, inovação, empreendedorismo e tecnologia na transformação dos processos administrativos.

Artigo sugerido: Os desafios do RH para 2020

Amanda Graciano: líder de portfólio e desenvolvimento de negócios

Principais assuntos: a partir das pautas da inovação e do empreendedorismo, ela antecipa debates sobre inclusão e diversidade no mundo do trabalho.

Artigo sugerido: Empreenda-se: como pensar a sua carreira

Ana Fontes: presidente do grupo Rede Mulheres Empreendedoras

Principais assuntos: empreendedorismo e ambientes de startups com foco em liderança feminina.

Artigo sugerido: Mais ecossistema, menos “egossistema”

Bruna Conseza: escritora e produtora de conteúdo

Principais assuntos: carreira, comportamento humano e relacionamento interpessoal.

Artigo sugerido: 5 perguntas para se fazer quando estiver frustrado profissionalmente

Diego Cidada: fundador da Academia do Universitário

Principais assuntos: reflexões sobre a entrada dos universitários no mercado de trabalho e sobre como lidar com as novas gerações no ambiente corporativo.

Artigo sugerido: Hard skills vs. Soft skills: O que são? Onde vivem? O que fazem?

Monique Evelle: estratégia criativa e desenvolvimento de projetos

Principais assuntos: empreendedorismo, inovação e cultura organizacional.

Artigo sugerido: O que uma péssima experiência numa empresa me ensinou sobre cultura organizacional?

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