O que sua empresa deve fazer para superar crises

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Publicado em: 09/10/2013 09:09:00

Você já se perguntou por que algumas empresas não foram tão afetadas pela crise? São tantas as notícias de que a crise está provocando mudanças negativas no andamento normal das empresas, que é de se estranhar que algumas organizações continuam de pé e fortes.

Mas estar forte neste momento significa um investimento feito no passado, que mantém estável a situação presente. Algumas empresas reconheceram que investir no desenvolvimento de seus colaboradores seria investir no crescimento de si mesmas. Viram que sozinhas, sem as pessoas, não seriam mais do que simplesmente um bem imóvel dotado de bens móveis, ou seja, compreenderam que os colaboradores formam seu maior capital, o humano.

Uma empresa vive de sua reputação no mercado, da qualidade dos produtos e serviços que oferece e da marca que constrói dia-a-dia junto ao público, mas nada disso seria possível se as pessoas que nela trabalham não estivessem envolvidas ao ponto de realizar ações que a façam crescer. E isso só acontece quando estas mesmas pessoas se sentem felizes, cuidadas pela empresa e, principalmente, sentem que através dela e por ela conseguem se desenvolver. Isto é crescimento mútuo e contínuo. Uma coisa não vive sem a outra e, para que a empresa receba o melhor de seus funcionários, primeiro eles precisam saber que terão o melhor de sua organização.

Às vezes, condições como estas parecem utópicas, parece que a empresa não depende tanto assim das pessoas. Mas é fácil detectar o quanto um bom funcionário é imprescindível. É só perder um deles, que o setor em que ele atuava se desestrutura por algum tempo, mesmo que seja por um curto período, mas o suficiente para mostrar que a empresa dependia do trabalho dele junto aos seus pares, subordinados e/ou superiores que, em parceria, formavam uma importante equipe. Quando uma organização não sente a perda de um colaborador é porque este já não rendia resultados ou porque a empresa o tinha desalinhado e desaproveitado da função a qual se encaixa seu real potencial.

Algumas empresas não estão em crise porque tiveram visão de futuro, pensaram lá na frente e deram prioridade ao principal: as pessoas. Encaixaram seus potenciais às funções em que podiam render mais desenvolveram outros que já geravam resultados, oferecendo aprimoramento profissional e obtendo saldos ainda maiores e promoveram a integração deles com a cultura organizacional, fazendo-os compreender a responsabilidade que têm com o Plano Estratégico da organização. Hoje, estas organizações vivem um momento muito mais estável do que outras e não estão contribuindo para um estado crítico maior de desemprego na sociedade.

Mas, estas empresas, mesmo numa conjuntura mais estabilizada, não pararam seu processo de desenvolvimento, pois fazem investimento continuado de uma educação corporativa sustentável, porque estão conscientes de que com o abatimento de problemas econômico-sociais, a contenção não pode ser feita na área humana da organização, já que nela reside o que há de mais valioso. Os tempos mudaram e cada crise marca uma nova era da gestão empresarial. E se as empresas estagnam-se e não evoluem conforme pede o mercado, as oportunidades também são perdidas e maiores são as chances de haver, também, uma crise interna.

Por isso, o desenvolvimento focado em mudanças de comportamento e em resultados concretos é sempre a melhor opção contra as crises e colapsos do mercado, pois garante que todos estejam preparados para o futuro e fortes para enfrentar tempestades.

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